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Imóveis SC

Casa na praia: investimento e qualidade de vida

Por Rodolfo Gheno 23 de junho de 2026 7 min de leitura
Rodolfo Gheno — Casa na praia: investimento e qualidade de vida | G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno — G6 Capital, Vale do Itajaí SC
  • Valorização real: Imóveis no litoral catarinense, especialmente em Balneário Camboriú e Itapema, valorizaram entre 20% e 35% nos últimos 24 meses, superando a inflação e a poupança.
  • Dupla função: Uma casa na praia não é apenas lazer — pode gerar renda com aluguel por temporada, cobrindo custos de manutenção e até gerando lucro líquido mensal.
  • Crédito inteligente: Consórcio e crédito estruturado são as ferramentas mais eficientes para adquirir esse patrimônio sem comprometer o fluxo de caixa do negócio ou da família.

O problema real: o que acontece sem esse recurso

Muitos empresários e famílias do Vale do Itajaí adiam o sonho da casa na praia por acharem que é um luxo inacessível ou um investimento arriscado. Na prática, a falta de planejamento gera dois cenários comuns: ou o dinheiro fica parado na poupança rendendo menos de 1% ao ano, ou é gasto em aluguéis de temporada que somam mais de R$ 40 mil por ano sem gerar patrimônio. Em Santa Catarina, onde o mercado imobiliário é aquecido, quem espera demais perde oportunidades de compra em regiões como Balneário Camboriú, Itajaí e Itapema, onde os preços sobem em média 2% ao mês em alta temporada.

Outro erro frequente é usar todo o capital de giro do negócio para comprar o imóvel à vista, comprometendo a liquidez da empresa. Como Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, observo diariamente na G6 Capital que empresários que fazem isso acabam recorrendo a empréstimos caros depois, com juros de 4% a 6% ao mês no rotativo, para cobrir emergências.

O que muda na prática

Com planejamento e as ferramentas certas, a casa na praia deixa de ser um peso financeiro e se torna um ativo estratégico. Um imóvel de dois quartos em Itapema, comprado por R$ 450 mil em 2022, hoje vale R$ 580 mil — uma valorização de quase 30% em dois anos. Se alugado por temporada (dezembro a fevereiro e feriados), pode gerar R$ 60 mil a R$ 80 mil por ano, cobrindo IPTU, condomínio e ainda sobrando margem.

No Vale do Itajaí, clientes que usaram consórcio para adquirir imóveis em Blumenau (região serrana, mas com forte valorização) ou no litoral conseguiram quitar o bem sem juros, com parcelas ajustadas ao fluxo de caixa. O crédito estruturado, por sua vez, permite liberar recursos para reformas ou amortizações sem comprometer o orçamento familiar.

Cenário Investimento inicial Valorização em 2 anos Renda anual (aluguel) Custo de oportunidade
Poupança (não comprar) R$ 200 mil 0,5% a.a. (R$ 2.000) R$ 0 Perdeu 30% de valorização
Compra à vista (capital próprio) R$ 500 mil 25% (R$ 125 mil) R$ 60 mil Perdeu liquidez do negócio
Compra com consórcio R$ 50 mil (lance) 25% (R$ 125 mil) R$ 60 mil Preservou capital de giro
Compra com crédito estruturado R$ 100 mil (entrada) 25% (R$ 125 mil) R$ 60 mil Juros baixos, fluxo controlado
Aluguel por temporada (sem comprar) R$ 15 mil/ano 0% R$ 0 (gasto) Perdeu patrimônio e renda

Passo a passo para investir com inteligência

  1. Defina o objetivo: A casa será para lazer familiar, geração de renda ou ambos? Isso define localização, tamanho e tipo de financiamento.
  2. Escolha a região em Santa Catarina: Balneário Camboriú tem o metro quadrado mais caro (média R$ 12 mil), mas valorização consistente. Itapema e Itajaí oferecem bom custo-benefício (R$ 6 mil a R$ 8 mil o m²) e potencial de crescimento.
  3. Simule o crédito ideal: Consórcio é indicado para quem tem prazo de 3 a 5 anos e quer evitar juros. Crédito estruturado (como home equity ou financiamento imobiliário) funciona para quem precisa de entrada menor e pode pagar parcelas fixas.
  4. Calcule a rentabilidade potencial: Considere aluguel de temporada (diárias de R$ 300 a R$ 800 em alta temporada) e ocupação média de 30% a 40% ao ano. Desconte IPTU, condomínio, manutenção e taxa de administração (20% a 30%).
  5. Estruture a operação com a G6 Capital: Como parceiro da G6 Capital no Vale do Itajaí, acompanho cada etapa — da análise de crédito à liberação dos recursos, garantindo que o investimento não comprometa o fluxo de caixa.
  6. Faça a oferta e feche o negócio: Com o crédito aprovado, negocie descontos para pagamento à vista (5% a 10% é comum) e registre o imóvel em nome da pessoa física ou jurídica, dependendo da estratégia tributária.
  7. Gerencie o ativo: Contrate uma administradora local para aluguéis ou use plataformas como Airbnb. Mantenha o imóvel sempre conservado para valorização contínua.

Vantagens e pontos de atenção

Números e retorno esperado

No mercado catarinense, um imóvel de 70 m² em Itapema (a 15 minutos de Balneário Camboriú) custa em média R$ 520 mil. Com entrada de R$ 100 mil via crédito estruturado e parcelas de R$ 4.500 em 120 meses, o investidor pode alugar por temporada e obter receita bruta de R$ 72 mil por ano (considerando 40% de ocupação e diária média de R$ 500). Após descontar condomínio (R$ 600/mês), IPTU (R$ 300/mês) e taxa de administração (25%), o lucro líquido é de aproximadamente R$ 36 mil ao ano — um retorno de 7% sobre o valor do imóvel, sem contar a valorização patrimonial.

Em Balneário Camboriú, o metro quadrado médio é de R$ 12 mil, mas a valorização anual histórica é de 15% a 20%. Um apartamento de 50 m² (R$ 600 mil) pode gerar aluguel de R$ 800 a R$ 1.200 por dia em alta temporada, com ocupação de 50% nos meses de verão. O retorno total (valorização + aluguel) pode chegar a 25% ao ano nos primeiros 3 anos.

Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, o segredo está em alavancar o capital sem comprometer a saúde financeira. Costumo dizer aos meus clientes no Vale do Itajaí que a casa na praia não é despesa — é investimento, desde que bem planejado. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, vejo empresários que transformaram R$ 50 mil em lance de consórcio em um patrimônio de R$ 500 mil em 4 anos, com parcelas que cabem no bolso.

Perguntas frequentes

Qual o valor mínimo para começar a investir em uma casa na praia em Santa Catarina?

Com consórcio, é possível começar com lances a partir de R$ 30 mil a R$ 50 mil para imóveis de R$ 300 mil a R$ 500 mil em cidades como Itajaí ou Itapema. No crédito estruturado, a entrada mínima é de 20% a 30% do valor do imóvel. O ideal é ter pelo menos R$ 20 mil reservados para custos de fechamento (ITBI, registro, escritura).

É melhor comprar à vista ou financiar com crédito estruturado?

Depende do seu fluxo de caixa. Se você tem capital de giro para o negócio, comprar à vista pode ser vantajoso para negociar descontos. Mas, para a maioria dos empresários do Vale do Itajaí, o crédito estruturado é mais inteligente, pois preserva a liquidez e permite investir o capital próprio em operações que rendem mais que os juros do financiamento (que hoje estão entre 8% e 12% ao ano no crédito imobiliário).

Quanto posso ganhar alugando uma casa na praia em Balneário Camboriú?

Em alta temporada (dezembro a fevereiro), diárias de R$ 600 a R$ 1.200 são comuns para imóveis de 2 quartos. Com 70% de ocupação nesses 3 meses, a receita bruta chega a R$ 37 mil a R$ 75 mil. No resto do ano, a ocupação cai para 20% a 30%, gerando mais R$ 15 mil a R$ 30 mil. Total anual: R$ 52 mil a R$ 105 mil, dependendo da localização e do padrão do imóvel.

O consórcio é realmente sem juros? Quais os

Quer investir em imóveis em Santa Catarina?

Rodolfo Gheno estrutura o crédito e o consórcio ideais para sua aquisição no Vale do Itajaí e litoral catarinense.

Perguntas frequentes

Com consórcio, é possível começar com lances a partir de R$ 30 mil a R$ 50 mil para imóveis de R$ 300 mil a R$ 500 mil em cidades como Itajaí ou Itapema. No crédito estruturado, a entrada mínima é de 20% a 30% do valor do imóvel. O ideal é ter pelo menos R$ 20 mil reservados para custos de fechamento (ITBI, registro, escritura).

Depende do seu fluxo de caixa. Se você tem capital de giro para o negócio, comprar à vista pode ser vantajoso para negociar descontos. Mas, para a maioria dos empresários do Vale do Itajaí, o crédito estruturado é mais inteligente, pois preserva a liquidez e permite investir o capital próprio em operações que rendem mais que os juros do financiamento (que hoje estão entre 8% e 12% ao ano no crédito imobiliário).

Em alta temporada (dezembro a fevereiro), diárias de R$ 600 a R$ 1.200 são comuns para imóveis de 2 quartos. Com 70% de ocupação nesses 3 meses, a receita bruta chega a R$ 37 mil a R$ 75 mil. No resto do ano, a ocupação cai para 20% a 30%, gerando mais R$ 15 mil a R$ 30 mil. Total anual: R$ 52 mil a R$ 105 mil, dependendo da localização e do padrão do imóvel.

Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno
Especialista em Crédito Estruturado e Consórcio — G6 Capital
Especialista em crédito estruturado e mercado imobiliário, parceiro G6 Capital. Atua no mercado financeiro auxiliando empresas e famílias a utilizarem crédito de forma estratégica para construir patrimônio e acelerar crescimento. Com foco em Santa Catarina, já ajudou centenas de clientes a conquistar imóveis, ampliar negócios e reorganizar finanças com inteligência.