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Imóveis SC

Como construir riqueza com ativos imobiliários

Por Rodolfo Gheno 23 de junho de 2026 7 min de leitura
Rodolfo Gheno — Como construir riqueza com ativos imobiliários | G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno — G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Resumo Rápido:
  • Construir riqueza com ativos imobiliários em Santa Catarina exige estratégia: comprar em regiões de alta valorização, como Balneário Camboriú e Itajaí, e usar instrumentos de crédito inteligentes para alavancar o patrimônio sem comprometer o fluxo de caixa.
  • O crédito estruturado e o consórcio são ferramentas complementares: o primeiro permite adquirir imóveis prontos com taxas competitivas, enquanto o segundo viabiliza a formação de poupança forçada para futuras aquisições, sem juros.
  • No Vale do Itajaí, a valorização anual de imóveis residenciais e comerciais varia entre 12% e 18% nos últimos três anos, superando a inflação e a poupança, o que torna o setor imobiliário um dos pilares mais sólidos para a geração de riqueza de longo prazo.

O problema real: o que acontece sem esse recurso

Sem uma estratégia clara de construção de riqueza com ativos imobiliários, muitos empresários e famílias do Vale do Itajaí perdem oportunidades que poderiam transformar seu patrimônio. O erro mais comum é manter o dinheiro parado em caderneta de poupança ou em aplicações de baixo retorno, enquanto o mercado imobiliário catarinense dispara. Em Balneário Camboriú, por exemplo, o metro quadrado residencial saltou de R$ 12.000 em 2020 para mais de R$ 18.000 em 2024, uma valorização de 50% em quatro anos. Quem não se posicionou perdeu um ganho real significativo.

Outro problema frequente é o uso inadequado de crédito. Sem conhecer as opções de crédito estruturado, muitos tomam financiamentos tradicionais com taxas elevadas e prazos curtos, comprometendo a renda mensal. Um cliente meu em Itapema, por exemplo, financiou um apartamento na planta com parcelas que consumiam 45% da renda familiar, sem margem para imprevistos. Quando a obra atrasou, ele precisou vender o imóvel antes da entrega, perdendo a valorização esperada. Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, vejo que a falta de planejamento é o maior inimigo da construção de riqueza imobiliária.

O que muda na prática

Adotar uma abordagem estruturada para investir em imóveis muda completamente o jogo. Primeiro, você passa a usar o crédito como alavanca, não como armadilha. Com um consórcio imobiliário, por exemplo, você pode acumular capital ao longo de 5 a 10 anos sem pagar juros, apenas taxa de administração, e ser contemplado para adquirir um imóvel com valorização garantida. Em Santa Catarina, a taxa média de administração de consórcios imobiliários gira em torno de 12% a 18% sobre o valor do crédito, muito inferior aos juros de um financiamento tradicional, que podem ultrapassar 10% ao ano.

Segundo, você ganha previsibilidade. Com crédito estruturado, é possível planejar a aquisição de múltiplos ativos ao longo do tempo, aproveitando ciclos de baixa e alta do mercado. Um empresário de Blumenau que conheço usou uma linha de crédito com garantia de imóvel para comprar duas salas comerciais no centro da cidade em 2022. Hoje, cada sala valorizou 25% e gera aluguel mensal de R$ 3.500. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, acompanho de perto casos como esse, onde a combinação de crédito inteligente e escolha geográfica certa gera retornos que superam qualquer aplicação financeira tradicional.

Item Sem estratégia imobiliária Com crédito estruturado + consórcio
Valorização anual do imóvel Não investe ou aplica em poupança (0,5% a.a.) 12% a 18% a.a. em regiões como Itajaí e Balneário Camboriú
Custo do crédito Financiamento tradicional com juros de 9% a 12% a.a. Consórcio com taxa de administração de 12% a 18% no total (sem juros)
Prazo para aquisição Depende de entrada alta (30% a 50% do valor) Possível com parcelas a partir de R$ 1.500/mês em consórcio
Alavancagem patrimonial Baixa: compra apenas com recursos próprios Alta: usa crédito para adquirir ativos que se valorizam
Risco de fluxo de caixa Alto: parcelas fixas e imprevisíveis Baixo: parcelas ajustáveis e possibilidade de lance

Passo a passo para construir riqueza com ativos imobiliários

  1. Defina seu objetivo patrimonial: Determine se quer renda passiva (aluguel) ou valorização de capital (venda futura). Exemplo: um imóvel em Itapema para alugar na temporada pode gerar retorno de 0,6% a 0,8% ao mês sobre o valor do imóvel.
  2. Escolha a região certa em Santa Catarina: Priorize cidades com crescimento econômico e infraestrutura, como Blumenau (polo industrial), Itajaí (porto e logística) e Balneário Camboriú (turismo de alto padrão). Dados da FIPE mostram que essas regiões tiveram valorização média de 14% ao ano entre 2020 e 2024.
  3. Estruture o crédito adequado: Para imóveis prontos, busque linhas de crédito com garantia de imóvel, que oferecem taxas de 0,7% a 1,2% ao mês. Para aquisições futuras, contrate um consórcio imobiliário com prazo de 60 a 120 meses.
  4. Diversifique entre residencial e comercial: Imóveis comerciais em centros urbanos (como o centro de Itajaí) tendem a ter vacância menor e contratos de aluguel mais longos, enquanto residenciais em áreas turísticas têm maior potencial de valorização.
  5. Monitore e reavalie anualmente: Acompanhe o valor de mercado dos seus ativos, a taxa de ocupação e os custos de manutenção. Ajuste a estratégia conforme o ciclo econômico. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, recomendo revisar o portfólio a cada 12 meses para identificar oportunidades de venda ou troca.

Vantagens e pontos de atenção

Números e retorno esperado

No mercado catarinense, os números falam por si. Em Balneário Camboriú, um apartamento de 70 m² comprado por R$ 840.000 em 2021 (R$ 12.000/m²) vale hoje cerca de R$ 1.260.000 (R$ 18.000/m²), uma valorização de 50% em três anos. Se você tivesse usado um consórcio com lance de R$ 200.000 e parcelas de R$ 4.000/mês, o retorno sobre o capital investido seria superior a 100% no período, considerando o ganho de valorização e a economia de juros.

Em Itajaí, imóveis próximos ao porto e à região central tiveram valorização média de 15% ao ano entre 2020 e 2024. Um galpão comercial de 200 m² comprado por R$ 600.000 em 2020 hoje vale R$ 1.050.000, e gera aluguel mensal de R$ 5.000 a R$ 7.000. Com uma linha de crédito estruturado a 1% ao mês, o custo do financiamento seria de R$ 6.000/mês para um prazo de 15 anos, praticamente coberto pelo aluguel. Como Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, vejo que a chave está em equilibrar o custo do crédito com o retorno do ativo — e em Santa Catarina, esse equilíbrio é favorável na maioria dos casos.

Perguntas frequentes

Qual o valor mínimo para começar a investir em imóveis com consórcio?

O valor mínimo depende da carta de crédito contratada. Consórcios imobiliários no Brasil costumam oferecer cartas a partir de R$ 100.000, com parcelas iniciais de R$ 1.500 a R$ 2.500. Em Santa Catarina, é possível encontrar grupos com prazos de 60 a 120 meses, ideais para quem quer começar com baixo capital inicial.

Como funciona o crédito estruturado para imóveis comerciais?

O crédito estruturado utiliza o próprio imóvel ou outros ativos como garantia, permitindo taxas mais baixas e prazos maiores. Para imóveis comerciais em Itajaí, por exemplo, é comum linhas com garantia de hipoteca, com taxas de 0,8% a 1,2% ao mês e prazo de até 20 anos. A G6 Capital, parceira da qual faço parte, estrutura operações desse tipo para empresários da região.

É melhor comprar imóvel na planta ou usado em Balneário Camboriú?

Depende do seu perfil. Imóveis na planta em Balneário Camboriú tiveram valorização de 20% a 30% durante a obra nos últimos anos, mas exigem paciência e risco de atraso. Imóveis usados já geram renda imediata e têm valorização mais previsível. Para quem busca liquidez, o usado é melhor; para quem quer alavancagem, a planta pode ser vantajosa.

Como calcular o retorno real de um imóvel em Santa Catarina?

O retorno real considera valorização anual, aluguel líquido (descontando condomínio, IPTU e manutenção) e custo do crédito. Em Blumenau, por exemplo, um imóvel de R$ 500.000 com aluguel de R$ 3.000/mês e valorização de

Quer investir em imóveis em Santa Catarina?

Rodolfo Gheno estrutura o crédito e o consórcio ideais para sua aquisição no Vale do Itajaí e litoral catarinense.

Perguntas frequentes

O valor mínimo depende da carta de crédito contratada. Consórcios imobiliários no Brasil costumam oferecer cartas a partir de R$ 100.000, com parcelas iniciais de R$ 1.500 a R$ 2.500. Em Santa Catarina, é possível encontrar grupos com prazos de 60 a 120 meses, ideais para quem quer começar com baixo capital inicial.

O crédito estruturado utiliza o próprio imóvel ou outros ativos como garantia, permitindo taxas mais baixas e prazos maiores. Para imóveis comerciais em Itajaí, por exemplo, é comum linhas com garantia de hipoteca, com taxas de 0,8% a 1,2% ao mês e prazo de até 20 anos. A G6 Capital, parceira da qual faço parte, estrutura operações desse tipo para empresários da região.

Depende do seu perfil. Imóveis na planta em Balneário Camboriú tiveram valorização de 20% a 30% durante a obra nos últimos anos, mas exigem paciência e risco de atraso. Imóveis usados já geram renda imediata e têm valorização mais previsível. Para quem busca liquidez, o usado é melhor; para quem quer alavancagem, a planta pode ser vantajosa.

Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno
Especialista em Crédito Estruturado e Consórcio — G6 Capital
Especialista em crédito estruturado e mercado imobiliário, parceiro G6 Capital. Atua no mercado financeiro auxiliando empresas e famílias a utilizarem crédito de forma estratégica para construir patrimônio e acelerar crescimento. Com foco em Santa Catarina, já ajudou centenas de clientes a conquistar imóveis, ampliar negócios e reorganizar finanças com inteligência.