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Como investir em imóveis em Santa Catarina com segurança

Por Rodolfo Gheno 23 de junho de 2026 7 min de leitura
Rodolfo Gheno — Como investir em imóveis em Santa Catarina com segurança | G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno — G6 Capital, Vale do Itajaí SC
  • 1. Priorize localização e liquidez: Invista em regiões com alta demanda e valorização consistente, como Balneário Camboriú, Itajaí, Itapema e Blumenau. Essas cidades apresentam retorno médio de aluguel entre 0,4% e 0,7% ao mês sobre o valor do imóvel.
  • 2. Use crédito estruturado ou consórcio para alavancar: Com taxas de juros ainda elevadas no Brasil, o crédito imobiliário tradicional pode comprometer o fluxo de caixa. O consórcio permite planejamento sem juros, enquanto o crédito estruturado oferece prazos e garantias sob medida para investidores.
  • 3. Analise o mercado local com dados reais: Em Santa Catarina, o metro quadrado em Balneário Camboriú ultrapassou R$ 12.000 em 2024, com valorização anual de 8% a 12%. Em Itajaí e Itapema, a média gira em torno de R$ 7.000 a R$ 9.000, com alta de 6% a 10% ao ano. Blumenau mantém crescimento estável de 5% a 8%.

O problema real: o que acontece sem esse recurso

Investir em imóveis sem planejamento financeiro e sem entender as particularidades do mercado catarinense pode levar a prejuízos significativos. Muitos investidores, especialmente os iniciantes, cometem o erro de comprar imóveis apenas pela expectativa de valorização, sem considerar a liquidez e a demanda real por aluguel.

No Brasil, a taxa de vacância em algumas regiões de Florianópolis, por exemplo, chegou a 15% em 2023, segundo dados do Secovi-SC. Isso significa que, sem uma análise criteriosa, o investidor pode ficar meses sem receber aluguel, enquanto arca com condomínio, IPTU e manutenção. Além disso, a falta de acesso a linhas de crédito adequadas faz com que muitos recorram a financiamentos com juros anuais de 9% a 12%, corroendo a rentabilidade do investimento.

Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, já vi casos de famílias que perderam oportunidades em Balneário Camboriú por não terem capital de giro disponível no momento certo. Sem uma estrutura de crédito inteligente, o investidor fica refém de prazos curtos e taxas elevadas, comprometendo o retorno esperado.

O que muda na prática

Quando você utiliza ferramentas como crédito estruturado e consórcio, a dinâmica do investimento muda completamente. O crédito estruturado permite que você negocie prazos de carência, taxas personalizadas e garantias que se encaixam no seu fluxo de caixa. Já o consórcio elimina os juros, sendo ideal para quem tem disciplina e pode esperar pela contemplação.

Na prática, um investidor que adquire um imóvel de R$ 500.000 em Itajaí com consórcio pode pagar o bem sem juros, economizando entre R$ 150.000 e R$ 200.000 em comparação a um financiamento tradicional de 20 anos. Além disso, com crédito estruturado, é possível alavancar até 80% do valor do imóvel, mantendo o capital próprio livre para novas oportunidades.

Costumo dizer aos meus clientes no Vale do Itajaí que o segredo está em casar o prazo do crédito com o prazo de retorno do investimento. Se você compra para alugar, o crédito deve ter parcelas que caibam no aluguel recebido. Se compra para vender, o crédito deve ter carência até a revenda. Isso é o que chamamos de estruturação inteligente.

Cenário Financiamento Tradicional Consórcio Crédito Estruturado
Taxa de juros anual 9% a 12% 0% (taxa de administração de 0% a 18%) 6% a 10% (negociável)
Prazo médio 20 a 30 anos 5 a 15 anos 2 a 10 anos
Entrada necessária 20% a 30% 0% a 30% (depende da carta) 10% a 30%
Retorno líquido sobre imóvel de R$ 500.000 em Itajaí (5 anos) R$ 60.000 a R$ 80.000 (após custos financeiros) R$ 120.000 a R$ 150.000 (sem juros) R$ 100.000 a R$ 130.000 (com estrutura otimizada)
Risco de vacância Alto, pois a parcela é fixa Médio, pois não há juros, mas há prazo fixo Baixo, pois permite renegociação de prazos

Passo a passo

  1. Defina seu objetivo de investimento: Determine se você quer renda mensal (aluguel) ou ganho de capital (revenda). Isso define o tipo de imóvel e a localização ideal.
  2. Pesquise o mercado local em Santa Catarina: Analise dados de valorização, taxa de vacância e demanda por aluguel em cidades como Balneário Camboriú, Itajaí, Itapema e Blumenau. Use fontes como Secovi-SC e FipeZAP.
  3. Estruture o crédito adequado: Consulte um especialista em crédito estruturado, como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, para avaliar se o consórcio ou o crédito direto é mais vantajoso para o seu perfil e prazo.
  4. Simule o fluxo de caixa: Projete receitas de aluguel (0,4% a 0,7% ao mês sobre o valor do imóvel) e despesas (condomínio, IPTU, manutenção de 10% a 15% do aluguel). Certifique-se de que a parcela do crédito cabe nesse fluxo.
  5. Negocie e feche o negócio: Com o crédito aprovado, negocie o preço do imóvel. Em Santa Catarina, é comum conseguir descontos de 5% a 10% em imóveis novos ou em plantas, principalmente em Itapema e Itajaí.
  6. Monitore o investimento: Acompanhe a valorização do imóvel e a taxa de ocupação. Reavalie a cada 12 meses se vale a pena vender ou manter alugado.

Vantagens e pontos de atenção

Números e retorno esperado

Com base em dados reais do mercado catarinense, um imóvel de R$ 500.000 em Itajaí, adquirido com consórcio e sem juros, pode gerar um retorno líquido de 6% a 8% ao ano com aluguel. Em Balneário Camboriú, o retorno sobre imóveis de alto padrão (acima de R$ 1 milhão) costuma ser menor, entre 4% e 6% ao ano, mas a valorização patrimonial é maior, chegando a 10% ao ano.

Já em Blumenau, imóveis de R$ 300.000 a R$ 400.000 têm retorno de aluguel de 0,5% a 0,7% ao mês, com valorização anual de 5% a 8%. Em Itapema, o mercado está em franca expansão, com imóveis novos valorizando 8% a 12% ao ano, mas a liquidez é menor do que em Balneário Camboriú.

Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, recomendo que o investidor foque em imóveis com valor entre R$ 300.000 e R$ 800.000, pois essa faixa tem maior liquidez e demanda por aluguel. Além disso, é essencial considerar o custo de oportunidade: se a Selic estiver acima de 10% ao ano, o aluguel pode perder atratividade frente à renda fixa, a menos que haja valorização patrimonial expressiva.

Perguntas frequentes

Qual a melhor cidade de Santa Catarina para investir em imóveis em 2025?

Depende do seu perfil. Balneário Camboriú é ideal para quem busca valorização de alto padrão, com retorno de 4% a 6% ao ano em aluguel e 10% em valorização. Itajaí e Itapema oferecem melhor custo-benefício, com retorno de 6% a 8% ao ano e valorização de 6% a 10%. Blumenau é mais estável, com retorno de 5% a 7% ao ano e menor risco de bolha imobiliária.

Consórcio ou financiamento: qual é melhor para investir?

O consórcio é melhor se você tem disciplina para esperar a contemplação e quer evitar juros. O financiamento é mais indicado se você precisa do imóvel imediatamente e consegue arcar com juros de 9% a 12% ao ano. Para investidores, o crédito estruturado costuma ser a melhor opção, pois combina prazos flexíveis com taxas negociáveis. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, recomendo avaliar cada caso individualmente.

Quanto preciso de entrada para investir em imóveis em Santa Catarina?

Com financiamento tradicional, a entrada mínima é de 20% a 30% do valor do imóvel. Com consórcio, você pode começar com 0% de entrada, mas precisa pagar as parcelas até ser contemplado. No crédito estruturado, a entrada varia de 10% a 30%, dependendo da negociação. Em imóveis de R$ 500.000, isso significa uma entrada de R$ 50.000 a R$ 150.000.

É seguro investir em imóveis na planta em Santa Catarina?

Sim, desde que você escolha const

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Rodolfo Gheno estrutura o crédito e o consórcio ideais para sua aquisição no Vale do Itajaí e litoral catarinense.

Perguntas frequentes

Depende do seu perfil. Balneário Camboriú é ideal para quem busca valorização de alto padrão, com retorno de 4% a 6% ao ano em aluguel e 10% em valorização. Itajaí e Itapema oferecem melhor custo-benefício, com retorno de 6% a 8% ao ano e valorização de 6% a 10%. Blumenau é mais estável, com retorno de 5% a 7% ao ano e menor risco de bolha imobiliária.

O consórcio é melhor se você tem disciplina para esperar a contemplação e quer evitar juros. O financiamento é mais indicado se você precisa do imóvel imediatamente e consegue arcar com juros de 9% a 12% ao ano. Para investidores, o crédito estruturado costuma ser a melhor opção, pois combina prazos flexíveis com taxas negociáveis. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, recomendo avaliar cada caso individualmente.

Com financiamento tradicional, a entrada mínima é de 20% a 30% do valor do imóvel. Com consórcio, você pode começar com 0% de entrada, mas precisa pagar as parcelas até ser contemplado. No crédito estruturado, a entrada varia de 10% a 30%, dependendo da negociação. Em imóveis de R$ 500.000, isso significa uma entrada de R$ 50.000 a R$ 150.000.

Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno
Especialista em Crédito Estruturado e Consórcio — G6 Capital
Especialista em crédito estruturado e mercado imobiliário, parceiro G6 Capital. Atua no mercado financeiro auxiliando empresas e famílias a utilizarem crédito de forma estratégica para construir patrimônio e acelerar crescimento. Com foco em Santa Catarina, já ajudou centenas de clientes a conquistar imóveis, ampliar negócios e reorganizar finanças com inteligência.