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Como se preparar para a aposentadoria através dos imóveis

Por Rodolfo Gheno 23 de junho de 2026 7 min de leitura
Rodolfo Gheno — Como se preparar para a aposentadoria através dos imóveis | G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno — G6 Capital, Vale do Itajaí SC
  • Investir em imóveis em Santa Catarina, especialmente no Vale do Itajaí, oferece uma aposentadoria com renda passiva estável e proteção contra a inflação, com valorizações anuais entre 10% e 18% em cidades como Balneário Camboriú e Itapema nos últimos 5 anos.
  • O crédito estruturado e o consórcio imobiliário são ferramentas práticas para adquirir imóveis sem comprometer todo o capital disponível, permitindo que você invista com alavancagem controlada e prazos alongados.
  • Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, acompanho empresários e famílias que, com planejamento adequado, transformam aluguéis em aposentadoria complementar, evitando a dependência exclusiva da previdência pública.

O problema real: o que acontece sem esse recurso

Sem um plano de aposentadoria baseado em imóveis, muitos brasileiros enfrentam uma realidade dura após parar de trabalhar. Dados do IBGE mostram que 60% dos aposentados no país dependem exclusivamente do INSS, cujo valor médio gira em torno de R$ 1.800 por mês em 2024. Em Santa Catarina, onde o custo de vida é mais alto — especialmente no litoral — esse valor mal cobre aluguel e alimentação. Em Blumenau, por exemplo, um apartamento de dois quartos em bairro central custa, em média, R$ 2.500 de aluguel. Sem imóveis próprios ou renda extra, o aposentado precisa recorrer a cortes drásticos no padrão de vida ou depender de familiares.

Outro problema é a inflação. Entre 2020 e 2024, o IPCA acumulou cerca de 30%, corroendo o poder de compra de quem tem renda fixa. Imóveis, por outro lado, historicamente se valorizam acima da inflação. Em Itajaí, por exemplo, o metro quadrado subiu de R$ 5.000 em 2019 para R$ 8.500 em 2024, um ganho real de 70%, descontando a inflação. Quem não investiu perdeu essa oportunidade de proteger o patrimônio. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, vejo diariamente casos de pessoas que chegam aos 60 anos sem nenhum imóvel e precisam vender ativos de baixa liquidez, como carros ou terrenos, para sobreviver.

O que muda na prática

Investir em imóveis para aposentadoria transforma sua segurança financeira. Você passa de uma renda incerta e limitada para um fluxo de caixa previsível, baseado em aluguéis. Em Balneário Camboriú, um apartamento de 60 m² na região central gera aluguel médio de R$ 3.500 mensais, com vacância baixa (menos de 5% ao ano). Isso equivale a uma taxa de retorno de 0,5% a 0,7% ao mês sobre o valor do imóvel, superior à poupança, que rende 0,3% ao mês.

Além disso, o crédito estruturado permite que você adquira esses imóveis com entrada reduzida. Um consórcio imobiliário, por exemplo, oferece prazos de até 200 meses, com taxa de administração média de 15% a 20% sobre o valor total. Na prática, você pode comprar um imóvel de R$ 400 mil com parcelas de R$ 2.000 a R$ 2.500, enquanto o aluguel gerado cobre parte do custo. Em Santa Catarina, onde o mercado imobiliário é aquecido, essa estratégia é viável para quem planeja a aposentadoria em 10 a 15 anos. Costumo dizer aos meus clientes no Vale do Itajaí que o imóvel certo, com financiamento adequado, paga a si mesmo ao longo do tempo.

Cenário Investimento inicial Renda mensal na aposentadoria Valorização acumulada (10 anos) Risco
Poupança R$ 100.000 R$ 300 (0,3% a.m.) R$ 40.000 (4% a.a. real) Baixo, mas perde para inflação
Imóvel em Balneário Camboriú (60 m²) R$ 100.000 de entrada R$ 3.500 (aluguel) R$ 250.000 (12% a.a. real) Médio (vacância, manutenção)
Imóvel em Itajaí (50 m², centro) R$ 80.000 de entrada R$ 2.800 (aluguel) R$ 180.000 (10% a.a. real) Médio
Consórcio imobiliário (carta de R$ 400 mil) R$ 2.000/mês por 10 anos R$ 3.000 (após quitação) Depende do imóvel escolhido Médio (sorteio ou lance)
Previdência privada (PGBL) R$ 1.500/mês R$ 2.000 (estimado) R$ 120.000 (6% a.a. real) Baixo, mas tributação alta

Passo a passo para se preparar

  1. Defina seu objetivo de renda: Calcule quanto você precisará por mês na aposentadoria. Para um padrão de vida médio em Santa Catarina, considere R$ 5.000 a R$ 8.000, incluindo saúde e lazer. Use a regra dos 4%: seu patrimônio deve ser 25 vezes a renda anual desejada.
  2. Escolha a cidade e o tipo de imóvel: No Vale do Itajaí, foque em regiões com alta demanda de aluguel, como Balneário Camboriú (turismo e trabalho remoto), Itapema (crescimento de 15% ao ano no metro quadrado) e Blumenau (indústria e serviços). Prefira apartamentos de 2 a 3 quartos, que têm maior liquidez.
  3. Analise o crédito disponível: Consulte um especialista em crédito estruturado para avaliar opções como consórcio (taxa de administração de 15% a 20%) ou financiamento imobiliário (taxa de 9% a 11% a.a. em 2024). Na G6 Capital, ajudamos a simular cenários com entrada de 20% a 30%.
  4. Invista gradualmente: Comece com um imóvel menor, como um studio em Itajaí (R$ 200 mil), e alugue imediatamente. Use o aluguel para pagar as parcelas do consórcio ou financiamento. Em 5 anos, com valorização de 10% ao ano, você terá equity para um segundo imóvel.
  5. Diversifique e revise: Não coloque todo o capital em um só imóvel. Considere também terrenos em áreas de expansão, como a região da BR-101 em Itapema. Reavalie anualmente o retorno e a vacância, ajustando o plano conforme o mercado.

Vantagens e pontos de atenção

Números e retorno esperado

No mercado imobiliário catarinense, os retornos são atrativos quando comparados a outras classes de ativos. Em Balneário Camboriú, o metro quadrado médio para imóveis residenciais é de R$ 15.000 em 2024, com valorização anual de 12% a 18% nos últimos 5 anos. Um imóvel de R$ 600 mil (40 m²) gera aluguel de R$ 3.500 a R$ 4.000, resultando em um yield bruto de 7% a 8% ao ano. Após custos (condomínio de R$ 600, IPTU de R$ 200, manutenção de R$ 300), o retorno líquido fica em torno de 5,5% a 6,5% ao ano.

Em Itajaí, o cenário é similar, mas com preços mais acessíveis. Um apartamento de 50 m² no centro custa R$ 400 mil (R$ 8.000/m²) e aluga por R$ 2.800, yield bruto de 8,4%. Já em Blumenau, onde o metro quadrado é R$ 6.000, um imóvel de R$ 300 mil gera R$ 2.000 de aluguel (yield de 8%). Com consórcio, considerando uma carta de R$ 400 mil em 120 meses e taxa de administração de 18%, o custo total é de R$ 472 mil. Se o imóvel valorizar 10% ao ano, em 10 anos ele valerá R$ 1,04 milhão, um ganho líquido de R$ 568 mil sobre o investimento total. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, recomendo sempre simular com dados reais do mercado local, pois cada cidade tem dinâmicas próprias.

Perguntas frequentes

Qual o valor mínimo para começar a investir em imóveis para aposentadoria?

Com consórcio, você pode começar com parcelas a partir de R$ 1.000 mensais para cartas de R$ 200 mil. Em Santa Catarina, isso é suficiente para um studio em Itajaí ou um apartamento em Blumenau. Com financiamento, a entrada mínima é de 20% do valor do imóvel, cerca de R$ 60.000 para um imóvel de R$ 300 mil.

Como o crédito estruturado ajuda na compra de imóveis para aposentadoria?

Ele permite alavancar seu capital. Por exemplo, em vez de pagar R$ 400 mil à vista, você usa um consórcio ou financiamento com entrada de R$ 80 mil e parcelas de R$ 2.500. O aluguel do imóvel cobre parte das parcelas, e a valorização patrimonial gera retorno. Na G6 Capital, estruturamos operações para empresários no Vale do Itajaí que otimizam o fluxo de caixa.

É melhor comprar imóvel em Balneário Camboriú ou Itapema para aposentadoria?

Balneário Camboriú tem valorização mais acelerada (12% a 18% ao ano) e alta demanda de aluguel, mas preços mais altos (R$ 15.000/m²). Itapema oferece potencial de crescimento (10% a 15% ao ano) com preços menores (R$ 9.000/m²), ideal para quem busca entrada mais baixa. Ambos são bons, dependendo do seu orçamento e prazo.

Quer investir em imóveis em Santa Catarina?

Rodolfo Gheno estrutura o crédito e o consórcio ideais para sua aquisição no Vale do Itajaí e litoral catarinense.

Perguntas frequentes

Com consórcio, você pode começar com parcelas a partir de R$ 1.000 mensais para cartas de R$ 200 mil. Em Santa Catarina, isso é suficiente para um studio em Itajaí ou um apartamento em Blumenau. Com financiamento, a entrada mínima é de 20% do valor do imóvel, cerca de R$ 60.000 para um imóvel de R$ 300 mil.

Ele permite alavancar seu capital. Por exemplo, em vez de pagar R$ 400 mil à vista, você usa um consórcio ou financiamento com entrada de R$ 80 mil e parcelas de R$ 2.500. O aluguel do imóvel cobre parte das parcelas, e a valorização patrimonial gera retorno. Na G6 Capital, estruturamos operações para empresários no Vale do Itajaí que otimizam o fluxo de caixa.

Balneário Camboriú tem valorização mais acelerada (12% a 18% ao ano) e alta demanda de aluguel, mas preços mais altos (R$ 15.000/m²). Itapema oferece potencial de crescimento (10% a 15% ao ano) com preços menores (R$ 9.000/m²), ideal para quem busca entrada mais baixa. Ambos são bons, dependendo do seu orçamento e prazo.

Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno
Especialista em Crédito Estruturado e Consórcio — G6 Capital
Especialista em crédito estruturado e mercado imobiliário, parceiro G6 Capital. Atua no mercado financeiro auxiliando empresas e famílias a utilizarem crédito de forma estratégica para construir patrimônio e acelerar crescimento. Com foco em Santa Catarina, já ajudou centenas de clientes a conquistar imóveis, ampliar negócios e reorganizar finanças com inteligência.