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Crédito Familiar

Como unir lazer e valorização patrimonial

Por Rodolfo Gheno 23 de junho de 2026 7 min de leitura
Rodolfo Gheno — Como unir lazer e valorização patrimonial | G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno — G6 Capital, Vale do Itajaí SC

Resumo rápido: como unir lazer e valorização patrimonial

  • Planejamento com crédito estruturado: Ao invés de gastar integralmente para um barco, motorhome ou casa de veraneio, você utiliza consórcio ou financiamento planejado para adquirir o bem sem comprometer todas as economias.
  • Valorização real: Bens de lazer bem escolhidos — como imóveis em regiões em crescimento no Vale do Itajaí ou embarcações com manutenção em dia — tendem a se valorizar acima da inflação, gerando patrimônio enquanto você aproveita.
  • Disciplina financeira: A modalidade de crédito certa transforma um sonho de consumo em um investimento ativo, com pagamentos previsíveis e possibilidade de revenda futura com lucro.

O problema real: o que acontece sem esse recurso

Muitas famílias brasileiras, especialmente aqui em Santa Catarina, caem na armadilha de financiar o lazer com recursos que deveriam estar alocados em investimentos. O erro clássico: comprar um jet ski à vista com o dinheiro da reserva de emergência ou financiar uma casa de praia com juros altos de CDC. O resultado? O lazer vira um peso financeiro, não um patrimônio.

No Vale do Itajaí, onde o acesso a praias e serras é rápido, vejo empresários adquirirem imóveis de temporada sem estudar o mercado. Compram na emoção, pagam caro e, dois anos depois, o imóvel está desvalorizado por falta de infraestrutura ou excesso de oferta na região. Sem um crédito estruturado, o sonho vira um passivo que consome a renda mensal.

Outro exemplo concreto: um casal de Blumenau decidiu comprar um trailer para viajar nos finais de semana. Financiaram em 48 parcelas com taxa de 2,5% ao mês. O trailer, que custava R$ 120 mil, saiu por quase R$ 200 mil. Quando tentaram vender, o valor de mercado era de R$ 90 mil. Perderam patrimônio e ainda ficaram com o gosto amargo de um lazer que custou caro demais.

O que muda na prática

Quando você une lazer e valorização patrimonial com crédito planejado, a dinâmica muda completamente. Em vez de gastar, você investe. Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, já vi famílias transformarem um barco de lazer em um ativo que se valorizou 15% em três anos, graças à escolha correta do modelo e à manutenção preventiva.

Os benefícios objetivos são claros: você adquire o bem com parcelas que cabem no orçamento, sem comprometer a liquidez. Um consórcio de imóvel para uma casa de veraneio em Balneário Camboriú, por exemplo, pode ser contemplado em até 60 meses, com taxa de administração de 12% a 18% no total — muito menor que os juros de um financiamento tradicional. Além disso, o imóvel tende a se valorizar com a infraestrutura da região, que em Santa Catarina cresce a taxas anuais de 8% a 12% em áreas turísticas.

Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, acompanho clientes que usaram crédito estruturado para comprar um motorhome. Em vez de alugar para cada viagem, eles adquiriram o veículo com planejamento, e hoje o motorhome já vale 20% a mais do que na compra, graças à alta demanda no mercado catarinense.

Tabela comparativa: lazer sem planejamento vs. lazer com valorização patrimonial

Item Sem crédito estruturado Com crédito estruturado
Aquisição de barco Financiamento com juros de 2% ao mês; parcela de R$ 5.000 para um barco de R$ 200 mil Consórcio com taxa de 14% total; parcela de R$ 3.200; bem valoriza 10% em 2 anos
Casa de veraneio Compra à vista com reserva de emergência; perda de liquidez Financiamento imobiliário com taxa de 8,5% ao ano; imóvel valoriza 12% ao ano na região
Motorhome CDC com juros de 1,8% ao mês; depreciação de 15% ao ano Crédito consignado ou consórcio; manutenção programada; valorização de 5% ao ano
Jet ski Compra parcelada no cartão; juros de 4% ao mês; perda de 30% do valor em 2 anos Consórcio de veículos; parcela ajustada; bem usado revendido por 90% do valor original
Terreno para lazer Compra sem pesquisa; terreno em área sem infraestrutura; desvalorização Financiamento com análise de potencial; terreno em região em crescimento no Vale do Itajaí; valorização de 20% em 3 anos

Passo a passo para unir lazer e valorização patrimonial

  1. Defina o bem de lazer desejado: Seja um barco, um imóvel de temporada, um motorhome ou um terreno. Seja específico: modelo, localização, ano de fabricação.
  2. Pesquise o potencial de valorização: Analise o mercado local. No Vale do Itajaí, regiões como Itapema e Bombinhas têm histórico de alta de 10% a 15% ao ano. Já barcos de determinadas marcas mantêm o valor se bem cuidados.
  3. Escolha a modalidade de crédito certa: Consórcio para bens de alto valor com prazo longo (até 60 meses) ou financiamento imobiliário com taxas fixas. Evite CDC e cartão de crédito.
  4. Simule o fluxo de caixa: Calcule a parcela ideal sem comprometer mais de 30% da renda familiar. Inclua custos de manutenção, seguro e impostos.
  5. Adquira com planejamento: Feche o negócio apenas após aprovação do crédito e com contrato que preveja garantias. Registre o bem e mantenha a documentação em dia.
  6. Monitore a valorização: A cada 6 meses, avalie o valor de mercado. Se o bem se valorizou 20% ou mais, considere revender e adquirir um novo com o lucro.
  7. Reinvista o ganho: Use o lucro da venda para adquirir um bem maior ou diversificar o patrimônio, sempre com crédito estruturado.

Vantagens e pontos de atenção

Números e retorno esperado

Para famílias que buscam unir lazer e valorização patrimonial, os números são animadores. Um imóvel de veraneio em Santa Catarina, adquirido com financiamento imobiliário a 8,5% ao ano, pode se valorizar 12% ao ano em regiões como o Vale do Itajaí. Em 5 anos, o imóvel vale 76% a mais, enquanto o financiamento já foi pago parcialmente. O lucro líquido, descontados custos, fica em torno de 40% a 50%.

Para barcos, a depreciação é maior, mas com manutenção correta e escolha de marcas premium, a valorização pode chegar a 5% ao ano. Um barco de R$ 300 mil, após 3 anos, vale R$ 347 mil. Já um motorhome bem cuidado, em mercado aquecido como o catarinense, pode valorizar 8% ao ano.

Costumo dizer aos meus clientes no Vale do Itajaí: o segredo está em não comprar na emoção. Com crédito estruturado, você transforma um gasto em investimento. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, já vi casos em que a família comprou um terreno em Tijucas por R$ 150 mil, financiou em 48 meses, e hoje o terreno vale R$ 220 mil — e ainda usaram para acampar nos finais de semana.

Perguntas frequentes

Qual a melhor modalidade de crédito para comprar um barco de lazer?

O consórcio é a melhor opção para barcos, pois tem taxa de administração fixa (12% a 18% no total) e não cobra juros sobre o saldo devedor. O financiamento tradicional pode ter juros de 1,5% a 2% ao mês, o que encarece muito o bem. Para barcos de até R$ 200 mil, o consórcio é mais vantajoso.

Um imóvel de veraneio em Santa Catarina realmente se valoriza?

Sim, especialmente em regiões com infraestrutura em crescimento, como o Vale do Itajaí. Cidades como Itapema, Balneário Camboriú e Bombinhas têm histórico de valorização de 10% a 15% ao ano. Mas é importante escolher uma área com potencial de desenvolvimento e evitar regiões saturadas.

Posso usar o bem de lazer enquanto ele está sendo financiado?

Sim, em financiamentos imobiliários e consórcios, você pode usar o bem normalmente. No consórcio, após a contemplação, o bem é liberado. No financiamento, você já adquire o bem e paga as parcelas. Apenas certifique-se de que o contrato não tenha restrições de uso.

O que fazer se o bem desvalorizar?

Se o bem desvalorizar, o ideal é manter o uso e esperar o mercado se recuperar. Evite vender no prejuízo. Com crédito estruturado, as parcelas são fixas, então você não perde com a desvalorização imediata. Em 2 a 3 anos, a tendência é de recuperação, especialmente em mercados como o catarinense.

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Perguntas frequentes

O consórcio é a melhor opção para barcos, pois tem taxa de administração fixa (12% a 18% no total) e não cobra juros sobre o saldo devedor. O financiamento tradicional pode ter juros de 1,5% a 2% ao mês, o que encarece muito o bem. Para barcos de até R$ 200 mil, o consórcio é mais vantajoso.

Sim, especialmente em regiões com infraestrutura em crescimento, como o Vale do Itajaí. Cidades como Itapema, Balneário Camboriú e Bombinhas têm histórico de valorização de 10% a 15% ao ano. Mas é importante escolher uma área com potencial de desenvolvimento e evitar regiões saturadas.

Sim, em financiamentos imobiliários e consórcios, você pode usar o bem normalmente. No consórcio, após a contemplação, o bem é liberado. No financiamento, você já adquire o bem e paga as parcelas. Apenas certifique-se de que o contrato não tenha restrições de uso.

Se o bem desvalorizar, o ideal é manter o uso e esperar o mercado se recuperar. Evite vender no prejuízo. Com crédito estruturado, as parcelas são fixas, então você não perde com a desvalorização imediata. Em 2 a 3 anos, a tendência é de recuperação, especialmente em mercados como o catarinense.

Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno
Especialista em Crédito Estruturado e Consórcio — G6 Capital
Especialista em crédito estruturado e mercado imobiliário, parceiro G6 Capital. Atua no mercado financeiro auxiliando empresas e famílias a utilizarem crédito de forma estratégica para construir patrimônio e acelerar crescimento. Com foco em Santa Catarina, já ajudou centenas de clientes a conquistar imóveis, ampliar negócios e reorganizar finanças com inteligência.