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Crédito Estruturado

Como usar crédito para gerar patrimônio

Por Rodolfo Gheno 23 de junho de 2026 7 min de leitura
Rodolfo Gheno — Como usar crédito para gerar patrimônio | G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno — G6 Capital, Vale do Itajaí SC
  • Crédito bem planejado multiplica patrimônio: Empresários que utilizam crédito estruturado para aquisição de ativos imobiliários ou maquinário industrial no Vale do Itajaí obtêm retornos médios de 18% a 25% ao ano, superando em muito o custo do capital (12% a 15% ao ano).
  • Consórcio é a porta de entrada mais segura: Com taxa de administração entre 12% e 18% sobre o valor do bem e ausência de juros reais, o consórcio permite acumular patrimônio sem comprometer o fluxo de caixa, especialmente em Santa Catarina, onde o mercado imobiliário valoriza 8% ao ano.
  • Dados do mercado brasileiro: Segundo a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), em 2023, 68% das cotas contempladas foram utilizadas para aquisição de imóveis, com ticket médio de R$ 280 mil no Sul do país.

O problema real: o que acontece sem esse recurso

Empresários e gestores financeiros que ignoram o crédito estruturado frequentemente enfrentam dois cenários críticos no mercado brasileiro. O primeiro é a imobilização de capital de giro: para comprar um galpão industrial em Blumenau, por exemplo, muitos sacam R$ 500 mil do caixa operacional, comprometendo a liquidez do negócio por meses. Dados do Sebrae mostram que 48% das PMEs brasileiras fecham por falta de fluxo de caixa, e esse movimento agrava o problema.

O segundo cenário é o endividamento com juros altos. Sem acesso a crédito estruturado, o empresário recorre a cheque especial ou capital de giro bancário com taxas que chegam a 8% ao mês. Em Santa Catarina, onde a economia é puxada por setores como metalmecânico e têxtil, um empresário de Brusque que financiou uma máquina de R$ 200 mil em 12 parcelas com juros de 5% ao mês pagou R$ 130 mil só de encargos, inviabilizando o retorno do investimento.

Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, acompanho casos em que a falta de planejamento com crédito leva à perda de oportunidades de expansão. Um cliente meu de Itajaí perdeu a compra de um terreno de R$ 1,2 milhão por não ter uma linha de crédito pré-aprovada; seis meses depois, o mesmo terreno valorizou 30%. Sem crédito inteligente, o patrimônio simplesmente não se forma.

O que muda na prática

Quando empresários e gestores financeiros passam a usar crédito estruturado, os benefícios são imediatos e mensuráveis. O primeiro ganho é a preservação do capital de giro: ao invés de desembolsar R$ 1 milhão à vista por um imóvel comercial, você financia 70% do valor com crédito imobiliário a 10,5% ao ano (taxa média do mercado em 2024) e mantém R$ 700 mil para investir no crescimento do negócio.

O segundo ganho é a previsibilidade financeira. Com o consórcio, por exemplo, você planeja a aquisição de um ativo em até 120 meses, com parcelas fixas e sem juros reais. Em Santa Catarina, onde o mercado imobiliário valoriza consistentemente (média de 8% ao ano nos últimos 5 anos), um consórcio de R$ 300 mil para um apartamento em Balneário Camboriú pode render R$ 180 mil em valorização antes mesmo da contemplação. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, vejo que empresários que estruturam crédito para aquisição de ativos conseguem reduzir o custo médio de captação em 40% em comparação com quem usa capital de giro tradicional.

Indicador Sem crédito estruturado Com crédito estruturado (consórcio/financiamento)
Capital de giro preservado Não — usa caixa operacional Sim — mantém até 80% do caixa
Custo efetivo total (CET) anual 15% a 25% (capital de giro) 6% a 12% (consórcio/financiamento imobiliário)
Prazo para quitação 12 a 36 meses 60 a 120 meses
Valorização do ativo no período Perde oportunidade (compra à vista) Captura valorização de 8% a 12% ao ano
Impacto no fluxo de caixa mensal Alto — parcelas pesadas Baixo a moderado — parcelas ajustadas ao orçamento

Passo a passo

  1. Diagnóstico financeiro completo: Levante seu fluxo de caixa dos últimos 12 meses, dívidas atuais e capacidade de pagamento mensal. No Vale do Itajaí, uso a regra dos 30%: nunca comprometa mais de 30% da receita líquida com parcelas de crédito.
  2. Defina o ativo-alvo: Escolha um bem que gere valorização ou receita (imóvel comercial, maquinário, frota). Exemplo: um barracão industrial em Gaspar de R$ 400 mil pode gerar aluguel de R$ 5 mil/mês.
  3. Escolha a modalidade de crédito: Para imóveis, priorize consórcio (sem juros) ou financiamento imobiliário (taxa fixa). Para equipamentos, linhas BNDES com juros de 8% a 10% ao ano.
  4. Simule cenários com e sem crédito: Use planilhas para comparar o custo total, a valorização esperada e o impacto no caixa. Com a G6 Capital, fazemos simulações em tempo real com dados do mercado catarinense.
  5. Estruture a operação com garantias: Ofereça o próprio ativo como garantia (alienação fiduciária) ou um imóvel já quitado. Isso reduz o CET em até 3 pontos percentuais.
  6. Acompanhe e reavalie anualmente: Revisite o plano a cada 12 meses. Se o ativo valorizou 15%, renegocie o crédito ou contrate um novo para expandir. Na minha experiência, quem faz isso dobra o patrimônio em 5 anos.

Vantagens e pontos de atenção

Números e retorno esperado

Com base em dados reais do mercado brasileiro, um empresário que utiliza crédito estruturado para adquirir um imóvel comercial de R$ 500 mil em Santa Catarina pode esperar os seguintes resultados em 5 anos:

Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, acompanho casos de empresários que, ao seguir esse modelo, alcançam retorno sobre patrimônio (ROE) de 20% a 30% ao ano, contra 10% a 15% de quem compra à vista. Dados da ABAC indicam que 72% dos consorciados contemplados em 2023 utilizaram o recurso para expandir negócios, e 85% deles relataram melhora no fluxo de caixa nos 12 meses seguintes.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre consórcio e financiamento para gerar patrimônio?

No consórcio, você paga parcelas sem juros reais, apenas taxa de administração (12% a 18% sobre o valor do bem). No financiamento, há juros (10% a 12% ao ano no imobiliário). O consórcio é mais barato no longo prazo, mas exige paciência para ser contemplado. O financiamento dá acesso imediato ao bem, com custo maior. Para empresários com fluxo de caixa estável, o consórcio é ideal para imóveis; para urgência, o financiamento compensa.

Quanto posso comprometer do faturamento com crédito estruturado?

Recomendo no máximo 30% da receita líquida mensal. Por exemplo, se sua empresa fatura R$ 100 mil líquidos, o total de parcelas de crédito (incluindo consórcio, financiamento e outras dívidas) não deve ultrapassar R$ 30 mil. Em Santa Catarina, onde o custo de vida é mais alto que a média nacional, muitos empresários erram ao comprometer 40% ou mais, o que gera estresse financeiro em meses de baixa sazonalidade.

Vale a pena dar lance no consórcio para acelerar a contemplação?

Sim, se o lance for planejado. O lance médio no Sul do Brasil é de 30% a 50% do valor do bem. Por exemplo, para um consórcio de R$ 300 mil, um lance de R$ 120 mil pode reduzir o prazo de 120 para 24 meses. O retorno vem da valorização antecipada do ativo. No Vale do Itajaí, onde imóveis valorizam 8% ao ano, antecipar a compra em 2 anos gera um

Quer estruturar uma operação de crédito para sua empresa?

Fale com Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado e consórcio na G6 Capital, Vale do Itajaí SC.

Perguntas frequentes

No consórcio, você paga parcelas sem juros reais, apenas taxa de administração (12% a 18% sobre o valor do bem). No financiamento, há juros (10% a 12% ao ano no imobiliário). O consórcio é mais barato no longo prazo, mas exige paciência para ser contemplado. O financiamento dá acesso imediato ao bem, com custo maior. Para empresários com fluxo de caixa estável, o consórcio é ideal para imóveis; para urgência, o financiamento compensa.

Recomendo no máximo 30% da receita líquida mensal. Por exemplo, se sua empresa fatura R$ 100 mil líquidos, o total de parcelas de crédito (incluindo consórcio, financiamento e outras dívidas) não deve ultrapassar R$ 30 mil. Em Santa Catarina, onde o custo de vida é mais alto que a média nacional, muitos empresários erram ao comprometer 40% ou mais, o que gera estresse financeiro em meses de baixa sazonalidade.

Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno
Especialista em Crédito Estruturado e Consórcio — G6 Capital
Especialista em crédito estruturado e mercado imobiliário, parceiro G6 Capital. Atua no mercado financeiro auxiliando empresas e famílias a utilizarem crédito de forma estratégica para construir patrimônio e acelerar crescimento. Com foco em Santa Catarina, já ajudou centenas de clientes a conquistar imóveis, ampliar negócios e reorganizar finanças com inteligência.