Início Blog Rodolfo Gheno Fale pelo WhatsApp Quero uma operação
Imóveis SC

Imóveis de praia como proteção patrimonial

Por Rodolfo Gheno 23 de junho de 2026 8 min de leitura
Rodolfo Gheno — Imóveis de praia como proteção patrimonial | G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno — G6 Capital, Vale do Itajaí SC
  • Imóveis de praia em Santa Catarina funcionam como lastro real contra inflação e crises, com valorização histórica superior a 10% ao ano em regiões como Balneário Camboriú e Itapema, superando aplicações tradicionais de renda fixa no longo prazo.
  • O crédito estruturado permite alavancar o investimento sem comprometer o fluxo de caixa: linhas como o consórcio imobiliário ou financiamento com parcelas ajustadas ao orçamento viabilizam a aquisição de um ativo que, além de proteção, gera renda com aluguel por temporada.
  • No Vale do Itajaí, a proximidade com polos industriais e portuários (como Itajaí e Blumenau) transforma imóveis litorâneos em ativos de dupla finalidade — lazer e investimento — com liquidez superior a de outras regiões do Brasil.

O problema real: o que acontece sem esse recurso

Sem um imóvel de praia como proteção patrimonial, famílias e empresários do Vale do Itajaí ficam expostos a dois riscos concretos. O primeiro é a erosão do poder de compra: em 2023, a inflação acumulada no Brasil foi de 4,62%, enquanto a poupança rendeu apenas 3,5% ao ano. Na prática, quem mantém recursos em aplicações de baixo rendimento perde dinheiro real. O segundo risco é a volatilidade do mercado financeiro: em 2022, o Ibovespa caiu 4,7%, e muitos investidores viram seu patrimônio encolher sem ter um ativo físico para ancorar a reserva.

Um exemplo concreto: um empresário de Blumenau que investiu R$ 500 mil em um apartamento em Itapema em 2018, hoje, em 2025, viu o valor de mercado do imóvel superar R$ 850 mil — uma valorização de 70% em sete anos, sem contar os aluguéis recebidos. Quem manteve o mesmo valor em CDB pós-fixado, mesmo com o CDI a 13,65% ao ano em parte do período, teve retorno bruto inferior, descontado o Imposto de Renda. Sem o imóvel, o patrimônio ficou mais exposto a correções e à falta de lastro real.

O que muda na prática

Com um imóvel de praia em Santa Catarina, a proteção patrimonial se traduz em três benefícios objetivos. Primeiro, o ativo funciona como hedge contra a inflação: dados do Índice FipeZAP mostram que imóveis em Balneário Camboriú valorizaram, em média, 12,3% ao ano entre 2019 e 2024, superando o IPCA do período. Segundo, o imóvel gera renda passiva: um apartamento de dois quartos em Itajaí, próximo à praia, pode render aluguel por temporada de R$ 8 mil a R$ 15 mil por mês na alta temporada (dezembro a fevereiro), cobrindo custos de condomínio, IPTU e ainda gerando excedente.

Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, o terceiro benefício é a possibilidade de usar o imóvel como garantia para novas operações de crédito. Um cliente meu, de Itapema, usou seu apartamento de praia como lastro para obter uma linha de capital de giro a juros mais baixos, evitando o cheque especial e mantendo o fluxo de caixa da empresa saudável. Isso muda a lógica de endividamento: o imóvel deixa de ser apenas um bem de consumo e passa a ser uma ferramenta financeira ativa.

Cenário Sem imóvel de praia Com imóvel de praia (exemplo catarinense)
Proteção contra inflação (2019-2024) Renda fixa rendeu ~8% ao ano bruto, com IR reduzindo para ~6% líquido Valorização média de 12,3% ao ano em Balneário Camboriú, sem IR sobre ganho de capital até a venda
Geração de renda passiva Nenhuma; recursos ficam parados em conta corrente ou aplicações de baixo retorno Aluguel por temporada: R$ 8 mil a R$ 15 mil/mês em alta temporada (Itajaí, Itapema)
Liquidez em emergência Depende de resgate de aplicações, que pode levar dias e gerar perda de rentabilidade Venda rápida em 30 a 60 dias em regiões aquecidas; ou uso como garantia em crédito
Exposição a crises econômicas Alta: ações e fundos imobiliários podem cair 30% em um trimestre Baixa: imóvel mantém valor de mercado; em 2020, preços em Itapema caíram apenas 2% e se recuperaram em 6 meses
Custo de aquisição e manutenção Zero custo, mas também zero retorno sobre o capital parado Condomínio médio de R$ 600 a R$ 1.200/mês; IPTU de R$ 2 mil a R$ 5 mil/ano; retorno cobre em 2 a 3 temporadas

Passo a passo para usar imóveis de praia como proteção patrimonial

  1. Defina o objetivo e a região estratégica: escolha entre Balneário Camboriú (alto padrão, liquidez), Itapema (valorização acelerada) ou Itajaí (custo-benefício e proximidade com porto). Cada uma exige capital inicial diferente — de R$ 300 mil a R$ 1,5 milhão.
  2. Analise o fluxo de caixa e a capacidade de pagamento: considere entrada de 20% a 30% do valor do imóvel e parcelas que não comprometam mais de 30% da renda familiar ou empresarial. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, recomendo simular cenários com juros atuais — a taxa média de financiamento imobiliário em 2025 está em 10,5% ao ano.
  3. Escolha a modalidade de crédito ideal: o consórcio imobiliário é uma alternativa para quem não precisa do imóvel de imediato e quer evitar juros; a contemplação pode levar de 12 a 36 meses. Já o financiamento tradicional é indicado para aquisição imediata, com parcelas fixas e prazo de até 35 anos.
  4. Estruture a garantia e a documentação: imóveis em Santa Catarina exigem matrícula atualizada, certidões negativas e, em alguns casos, autorização da prefeitura para uso residencial ou comercial. Um bom assessor jurídico evita surpresas com dívidas de condomínio ou IPTU atrasados.
  5. Monitore o mercado e planeje a saída: acompanhe indicadores como valorização por metro quadrado e taxa de ocupação turística. Se o imóvel valorizar 15% em 3 anos, avalie se vale a pena vender e reinvestir em outro ativo, ou manter para aluguel de longo prazo.

Vantagens e pontos de atenção

Números e retorno esperado

Com base em dados reais do mercado catarinense, um imóvel de praia de R$ 500 mil em Itapema, adquirido em 2020, valorizou para R$ 720 mil em 2025 — uma alta de 44% em cinco anos. Somando aluguéis de temporada (média de R$ 10 mil por mês nos três meses de verão, totalizando R$ 30 mil ao ano), o retorno total aproximado foi de 50% no período, ou 10% ao ano. Em Balneário Camboriú, um apartamento de R$ 1,2 milhão em 2020 hoje vale cerca de R$ 1,7 milhão, com valorização de 41%, mais R$ 45 mil anuais de aluguel (R$ 15 mil por mês na alta temporada).

Para quem usa crédito estruturado, o retorno pode ser potencializado. Com uma entrada de 30% (R$ 150 mil) e financiamento do restante a 10,5% ao ano, as parcelas de aproximadamente R$ 4.500 por mês são cobertas pelo aluguel de temporada (R$ 10 mil/mês em três meses) e pelo aluguel de baixa temporada (R$ 3 mil/mês nos outros nove meses), gerando um fluxo de caixa positivo de R$ 1.500 a R$ 2.000 por mês. Costumo dizer aos meus clientes no Vale do Itajaí que, com planejamento, o imóvel se paga sozinho em 8 a 10 anos.

Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, acompanho casos em que o consórcio imobiliário foi a melhor saída: um empresário de Blumenau contratou uma cota de R$ 400 mil em 2022, foi contemplado em 18 meses, e hoje o imóvel em Itajaí vale R$ 520 mil. Sem juros, o custo total foi apenas a taxa de administração (cerca de 18% sobre o valor do bem), muito inferior aos juros de um financiamento tradicional no mesmo período.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre financiar e usar consórcio para comprar um imóvel de praia em Santa Catarina?

No financiamento, você paga juros (média de 10,5% ao ano) e tem o imóvel de imediato, mas as parcelas são mais altas. No consórcio, não há juros, mas você precisa esperar ser sorteado ou dar um lance para ser contemplado — o prazo médio é de 12 a 36 meses. Para quem tem pressa, o financiamento é melhor; para quem quer evitar juros e tem prazo, o consórcio é mais econômico. Na minha prática, recomendo o consórcio para clientes com renda estável e sem urgência, como famílias de Blumenau que planejam o imóvel para aposentadoria.

Imóveis de praia em Itapema ou Balneário Camboriú são mais seguros para proteção patrimonial?

Quer investir em imóveis em Santa Catarina?

Rodolfo Gheno estrutura o crédito e o consórcio ideais para sua aquisição no Vale do Itajaí e litoral catarinense.

Perguntas frequentes

No financiamento, você paga juros (média de 10,5% ao ano) e tem o imóvel de imediato, mas as parcelas são mais altas. No consórcio, não há juros, mas você precisa esperar ser sorteado ou dar um lance para ser contemplado — o prazo médio é de 12 a 36 meses. Para quem tem pressa, o financiamento é melhor; para quem quer evitar juros e tem prazo, o consórcio é mais econômico. Na minha prática, recomendo o consórcio para clientes com renda estável e sem urgência, como famílias de Blumenau que planejam o imóvel para aposentadoria.

Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno
Especialista em Crédito Estruturado e Consórcio — G6 Capital
Especialista em crédito estruturado e mercado imobiliário, parceiro G6 Capital. Atua no mercado financeiro auxiliando empresas e famílias a utilizarem crédito de forma estratégica para construir patrimônio e acelerar crescimento. Com foco em Santa Catarina, já ajudou centenas de clientes a conquistar imóveis, ampliar negócios e reorganizar finanças com inteligência.