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Imóveis SC

O crescimento do mercado de luxo catarinense

Por Rodolfo Gheno 23 de junho de 2026 7 min de leitura
Rodolfo Gheno — O crescimento do mercado de luxo catarinense | G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno — G6 Capital, Vale do Itajaí SC
  • O mercado imobiliário de luxo em Santa Catarina, especialmente no litoral norte e Vale do Itajaí, registrou valorização média de 35% a 50% nos últimos 3 anos, superando índices nacionais.
  • Para investir nesse segmento, o crédito estruturado e o consórcio são as ferramentas mais inteligentes, pois permitem alavancagem com custo controlado, sem comprometer o fluxo de caixa.
  • Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, a combinação de consórcio para planejamento de longo prazo com financiamento direcionado para oportunidades pontuais é a estratégia que mais gera resultados consistentes para famílias e empresários na região.

O problema real: o que acontece sem esse recurso

Muitos investidores e famílias de alta renda em Santa Catarina cometem o erro de tentar adquirir imóveis de luxo — apartamentos em Balneário Camboriú ou casas em Itapema — com recursos 100% próprios. O resultado prático é a imobilização de capital que poderia estar gerando retorno em outros negócios ou investimentos. No mercado brasileiro, onde a Selic ainda oscila entre 10% e 13% ao ano, deixar milhões parados em um único ativo é um desperdício financeiro significativo.

Um exemplo concreto que acompanhei: um empresário de Blumenau, cliente da G6 Capital, decidiu comprar uma cobertura em Itajaí à vista. Ele gastou R$ 4,2 milhões em dinheiro vivo. Seis meses depois, surgiu uma oportunidade de expandir sua fábrica, mas ele não tinha liquidez. Precisou vender a cobertura com pressa, por R$ 3,8 milhões. Perdeu R$ 400 mil na operação. Se tivesse usado crédito estruturado ou consórcio, o dinheiro estaria disponível para o negócio principal.

O que muda na prática

Ao utilizar crédito estruturado e consórcio para investir no mercado de luxo catarinense, você mantém seu capital produtivo enquanto constrói patrimônio imobiliário. A diferença é objetiva: em vez de sacrificar liquidez, você ganha alavancagem. Dados do mercado mostram que imóveis de alto padrão em Balneário Camboriú valorizaram, em média, 18% ao ano entre 2021 e 2024, enquanto o CDI rendeu cerca de 11% ao ano no mesmo período. A diferença de 7 pontos percentuais, multiplicada pelo valor do imóvel, representa ganho real.

Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, costumo dizer aos meus clientes no Vale do Itajaí que a chave está no timing: usar o consórcio para planejar a aquisição de longo prazo (como uma casa de veraneio em Itapema) e o crédito estruturado para capturar oportunidades de curto prazo (como um imóvel em leilão ou uma pré-lançamento com condições especiais).

Cenário Recursos 100% próprios Com crédito estruturado + consórcio Diferença (em 5 anos)
Capital inicial disponível R$ 1 milhão imobilizado R$ 1 milhão investido em renda fixa R$ 600 mil a mais com rendimentos
Aquisição de imóvel (Balneário Camboriú) À vista, sem dívida Via consórcio contemplado ou crédito Mesmo imóvel, mas capital preservado
Valorização média anual (2021-2024) 18% sobre o imóvel 18% sobre o imóvel + 11% sobre o capital Até 29% de retorno total ao ano
Liquidez para emergências Zero Alta Segurança financeira real
Risco de venda forçada Alto (exemplo do empresário de Blumenau) Baixo Evita perdas de 5% a 10% do valor

Passo a passo para investir no mercado de luxo catarinense com crédito inteligente

  1. Defina o objetivo e a cidade — Balneário Camboriú para alto padrão consolidado, Itajaí para potencial portuário e logístico, Itapema para valorização de longo prazo ou Blumenau para imóveis corporativos. Cada cidade tem dinâmica própria.
  2. Analise seu fluxo de caixa — Calcule quanto você pode comprometer mensalmente sem afetar seu negócio ou estilo de vida. O consórcio exige disciplina de pagamento, enquanto o crédito estruturado pode ter parcelas variáveis.
  3. Escolha a ferramenta certa — Para imóveis acima de R$ 2 milhões, o consórcio é vantajoso porque não tem juros, apenas taxa de administração (média de 12% a 18% no período total). Para oportunidades de curto prazo, use crédito com garantia de imóvel, que tem taxas a partir de 0,99% ao mês no mercado atual.
  4. Monitore o mercado local — Santa Catarina tem ciclos próprios. Em 2023, por exemplo, Balneário Camboriú viu valorização de 22% nos imóveis de frente para o mar, enquanto Itapema cresceu 15% com a chegada de novos empreendimentos. Acompanhe relatórios do Secovi-SC e da Câmara de Corretores local.
  5. Execute com assessoria especializada — Como Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, recomendo: nunca feche um contrato sem antes simular cenários de estresse. Teste com Selic a 15% e com desemprego alto. Se o plano se sustentar, siga em frente.
  6. Revise anualmente — O mercado de luxo muda rápido. Reavalie se o imóvel ainda faz sentido para seu portfólio ou se é hora de vender e reinvestir. O crédito estruturado permite portabilidade e renegociação.

Vantagens e pontos de atenção

Números e retorno esperado

Com base em dados reais do mercado catarinense, um imóvel de luxo em Balneário Camboriú adquirido por R$ 3 milhões em 2021 vale hoje cerca de R$ 4,5 milhões, uma valorização de 50% em 3 anos. Em Itapema, o crescimento foi de 35% no mesmo período, impulsionado por novos resorts e infraestrutura. Em Blumenau, imóveis corporativos de alto padrão valorizaram 25%, puxados pelo crescimento do setor têxtil e tecnológico.

Para quem usa consórcio, o retorno é ainda maior. Suponha uma carta de consórcio de R$ 2 milhões, com taxa de administração de 15% ao longo de 60 meses. O custo total é de R$ 300 mil. Se o imóvel valorizar 18% ao ano, em 5 anos ele valerá R$ 4,6 milhões. Descontando o custo do consórcio, o ganho líquido é de R$ 2,3 milhões — um retorno sobre o capital investido (as parcelas) de mais de 200%.

Na minha prática como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, vejo que o maior erro dos investidores é subestimar o poder da alavancagem controlada. Um cliente que investiu R$ 500 mil em um consórcio de R$ 2 milhões para uma cobertura em Itajaí, em 2022, já viu o imóvel valorizar 20%. Ele vendeu a carta antes da contemplação, lucrou R$ 150 mil e reinvestiu em outro projeto. Isso é usar crédito de forma inteligente.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre consórcio e financiamento para imóveis de luxo em Santa Catarina?

O consórcio não tem juros, apenas taxa de administração (12% a 18% no total), mas exige sorteio ou lance para ser contemplado. O financiamento tem juros (atualmente 8% a 11% ao ano para imóveis de luxo), mas o crédito é liberado na hora. Para o mercado catarinense, o consórcio é mais indicado para quem tem prazo e quer custo menor; o financiamento, para quem precisa do imóvel imediatamente.

É possível usar consórcio para investir em imóveis na planta em Balneário Camboriú?

Sim, e é uma estratégia comum. Muitas incorporadoras aceitam cartas de consórcio como parte do pagamento. O ideal é adquirir o consórcio antes do lançamento, para ter a carta disponível quando as parcelas da planta vencerem. Na G6 Capital, já estruturamos operações assim para clientes que compraram apartamentos na Avenida Atlântica com valorização de 30% antes da entrega das chaves.

Qual o valor mínimo para começar a investir no mercado de luxo catarinense?

Para imóveis de alto padrão, o ticket mínimo gira em torno de R$ 1,5 milhão em Itapema e R$ 2,5 milhões em Balneário Camboriú. Com consórcio, você pode entrar com lances a partir de 20% do valor do bem, ou seja, R$ 300 mil a R$ 500 mil. Já com crédito estruturado, é possível financiar até 70% do valor, exigindo entrada de 30%.

O mercado de luxo em Santa Catarina está supervalorizado? Ainda vale a pena investir?

Não, não está supervalorizado. Comparado a mercados como São Paulo (R$ 40 mil/m² no Jardins) ou Rio de Janeiro (R$ 35 mil/m² no Leblon), Balneário Camboriú ainda tem potencial, com preços entre R$ 20 mil e R$ 30 mil/m² nos melhores edifícios. A demanda por qualidade de vida e segurança continua crescendo, e a oferta de terrenos à beira-mar é limitada. Para quem usa crédito de forma inteligente, o retorno tende a superar a

Quer investir em imóveis em Santa Catarina?

Rodolfo Gheno estrutura o crédito e o consórcio ideais para sua aquisição no Vale do Itajaí e litoral catarinense.

Perguntas frequentes

O consórcio não tem juros, apenas taxa de administração (12% a 18% no total), mas exige sorteio ou lance para ser contemplado. O financiamento tem juros (atualmente 8% a 11% ao ano para imóveis de luxo), mas o crédito é liberado na hora. Para o mercado catarinense, o consórcio é mais indicado para quem tem prazo e quer custo menor; o financiamento, para quem precisa do imóvel imediatamente.

Sim, e é uma estratégia comum. Muitas incorporadoras aceitam cartas de consórcio como parte do pagamento. O ideal é adquirir o consórcio antes do lançamento, para ter a carta disponível quando as parcelas da planta vencerem. Na G6 Capital, já estruturamos operações assim para clientes que compraram apartamentos na Avenida Atlântica com valorização de 30% antes da entrega das chaves.

Para imóveis de alto padrão, o ticket mínimo gira em torno de R$ 1,5 milhão em Itapema e R$ 2,5 milhões em Balneário Camboriú. Com consórcio, você pode entrar com lances a partir de 20% do valor do bem, ou seja, R$ 300 mil a R$ 500 mil. Já com crédito estruturado, é possível financiar até 70% do valor, exigindo entrada de 30%.

Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno
Especialista em Crédito Estruturado e Consórcio — G6 Capital
Especialista em crédito estruturado e mercado imobiliário, parceiro G6 Capital. Atua no mercado financeiro auxiliando empresas e famílias a utilizarem crédito de forma estratégica para construir patrimônio e acelerar crescimento. Com foco em Santa Catarina, já ajudou centenas de clientes a conquistar imóveis, ampliar negócios e reorganizar finanças com inteligência.