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O futuro do mercado imobiliário catarinense

Por Rodolfo Gheno 23 de junho de 2026 7 min de leitura
Rodolfo Gheno — O futuro do mercado imobiliário catarinense | G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno — G6 Capital, Vale do Itajaí SC
  • Valorização acelerada: O mercado imobiliário catarinense, especialmente em Balneário Camboriú, Itajaí, Itapema e Blumenau, registra valorizações anuais entre 12% e 25%, superando a média nacional e tornando o planejamento de crédito essencial para não perder oportunidades.
  • Crédito estruturado como alavanca: Utilizar linhas de crédito como financiamento imobiliário com taxas atreladas ao IPCA ou consórcio de imóveis permite que investidores e famílias entrem no mercado com menor capital inicial, aproveitando a alta liquidez da região.
  • Consórcio como alternativa estratégica: Para quem não tem pressa e busca economia, o consórcio imobiliário oferece taxas de administração entre 12% e 18% no prazo total, sem juros reais, ideal para investir em regiões como o Vale do Itajaí, onde a demanda por imóveis novos cresce 8% ao ano.

O problema real: o que acontece sem esse recurso

Sem acesso a crédito estruturado ou consórcio, o empresário ou família que deseja investir no mercado imobiliário catarinense enfrenta um cenário de exclusão. Dados da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário de Santa Catarina (ADEMI-SC) mostram que, em 2023, o preço médio do metro quadrado em Balneário Camboriú ultrapassou R$ 15.000, enquanto em Itajaí, próximo ao Porto, o valor médio gira em torno de R$ 9.500. Sem planejamento, o comprador precisa desembolsar 100% do valor à vista ou se sujeitar a taxas de financiamento bancário que, em 2024, chegam a 11,5% ao ano mais TR, o que inviabiliza o retorno em curto prazo.

Um exemplo concreto: em Itapema, um apartamento de dois quartos na orla custava R$ 600.000 em 2021. Em 2024, o mesmo imóvel é negociado por R$ 850.000. Quem esperou juntar o valor total perdeu R$ 250.000 de valorização. No Vale do Itajaí, onde o mercado de logística e comércio cresce 15% ao ano, a falta de crédito impede que pequenos empresários adquiram galpões ou salas comerciais, perdendo contratos de locação que rendem até 0,8% ao mês sobre o valor do imóvel.

O que muda na prática

Com crédito estruturado, o investidor pode financiar até 80% do valor do imóvel com taxas que variam de 8% a 10% ao ano em linhas atreladas ao IPCA, com prazo de 25 a 30 anos. Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, tenho visto clientes em Blumenau adquirirem imóveis na região central com entrada de apenas 20%, enquanto o restante é amortizado com aluguel recebido. O benefício objetivo é a alavancagem: com R$ 200.000 de entrada, é possível comprar um imóvel de R$ 1.000.000, e a valorização anual de 15% em Balneário Camboriú gera R$ 150.000 de ganho patrimonial no primeiro ano, superando o custo do financiamento.

O consórcio, por sua vez, elimina os juros reais. Um grupo de consórcio imobiliário de 60 meses com taxa de administração de 15% totaliza um custo efetivo de cerca de 3% ao ano, muito abaixo dos 11% do financiamento tradicional. Para famílias em Itajaí que planejam comprar imóveis na faixa de R$ 500.000, o consórcio permite contemplação antecipada com lance, aproveitando a valorização média de 12% ao ano na cidade. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, costumo orientar meus clientes a combinar crédito estruturado para imóveis de alto valor e consórcio para investimentos de médio prazo, maximizando o retorno.

Cenário Valor do imóvel (R$) Entrada (R$) Taxa anual (%) Prazo (anos) Custo total (R$) Valorização esperada (R$)
Financiamento bancário tradicional 1.000.000 200.000 11,5 30 3.200.000 1.500.000 (15% a.a.)
Crédito estruturado IPCA + 8% 1.000.000 200.000 8,0 25 2.100.000 1.500.000 (15% a.a.)
Consórcio imobiliário (60 meses) 500.000 0 (lance de 30%) 3,0 (taxa de adm.) 5 575.000 300.000 (12% a.a.)
Compra à vista (sem crédito) 1.000.000 1.000.000 0 0 1.000.000 1.500.000 (15% a.a.)
Aluguel sem investimento 0 0 0 0 240.000 (aluguel 5 anos) 0

Passo a passo para investir no mercado imobiliário catarinense

  1. Defina o objetivo e a região: Escolha entre Balneário Camboriú (alta valorização, acima de 20% ao ano), Itajaí (crescimento logístico, 12% a 15% ao ano), Itapema (segunda residência, 10% a 12% ao ano) ou Blumenau (mercado corporativo, 8% a 10% ao ano). Considere o perfil de risco e liquidez.
  2. Analise sua capacidade financeira: Calcule a renda disponível para parcelas mensais (até 30% da renda líquida) e o valor de entrada (mínimo de 20% para financiamento ou 30% para lance em consórcio). Use simuladores com dados reais de Santa Catarina.
  3. Escolha a modalidade de crédito: Para imóveis acima de R$ 800.000, opte por crédito estruturado com taxas pós-fixadas (IPCA + 8% a 10%). Para imóveis de até R$ 500.000, considere consórcio com prazo de 60 a 120 meses, que elimina juros reais.
  4. Selecione o imóvel com potencial de valorização: Priorize regiões em expansão, como a Avenida Atlântica em Balneário Camboriú, a Beira-Rio em Itajaí ou o Centro de Blumenau. Verifique o histórico de valorização dos últimos 3 anos e a infraestrutura local.
  5. Estruture a operação com assessoria especializada: Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, recomendo contratar uma consultoria de crédito imobiliário para negociar taxas, prazos e condições com bancos ou administradoras de consórcio. Em Santa Catarina, a competição entre instituições permite taxas até 2% menores que a média nacional.

Vantagens e pontos de atenção

Números e retorno esperado

No mercado imobiliário catarinense, os dados de 2024 indicam retornos consistentes. Em Balneário Camboriú, a valorização acumulada nos últimos 5 anos foi de 120%, com projeção de 15% a 20% ao ano para os próximos 3 anos, impulsionada por obras de infraestrutura como o alargamento da praia e o novo shopping. Em Itajaí, a valorização de imóveis comerciais próximos ao Porto chega a 18% ao ano, com retorno de aluguel de 0,8% ao mês. Em Blumenau, imóveis residenciais no bairro Vila Nova valorizam 10% ao ano, enquanto salas comerciais no Centro rendem 0,6% ao mês.

Um exemplo prático: um investidor que adquire um apartamento de R$ 1.200.000 em Itapema com financiamento estruturado (entrada de R$ 240.000, taxa IPCA + 9%, prazo de 25 anos) paga parcelas iniciais de R$ 7.500. Se o imóvel for alugado por R$ 7.000 mensais, o custo líquido é de R$ 500. Ao final de 5 anos, com valorização de 12% ao ano, o imóvel valerá R$ 2.115.000, gerando ganho patrimonial de R$ 915.000, descontados os custos de financiamento. Para quem opta por consórcio, um lance de R$ 150.000 em um grupo de R$ 500.000 (prazo de 60 meses, taxa de administração de 15%) resulta em imóvel quitado em 18 meses, com valorização de R$ 90.000 no período.

Perguntas frequentes

Qual a melhor modalidade para investir em Santa Catarina: financiamento ou consórcio?

Depende do seu perfil. O financiamento estruturado é ideal para quem quer acesso imediato ao imóvel e tem renda para arcar com parcelas mensais, especialmente em regiões de alta valorização como Balneário Camboriú. O consórcio é melhor para quem tem capital para lance e não precisa do imóvel de imediato, pois elimina juros reais. Em ambos os casos, a assessoria de crédito, como a oferecida pela G6 Capital, ajuda a escolher a melhor taxa e prazo.

Quanto preciso de entrada para comprar um imóvel em Itajaí ou Blumenau?

Para financiamento, a entrada mínima é de 20% do valor do imóvel (exemplo: R$ 100.000 para um imóvel de R$ 500.000). No consórcio, o lance mínimo para contemplação antecipada varia de 30% a 50% do valor do crédito. Em Itajaí, com imóveis na faixa de R$ 400.000 a R$ 800.000, uma entrada de R$ 80.000 a R$ 160.000 é suficiente para financiar o restante.

O mercado imobiliário catarinense está supervalorizado? Ainda vale a pena investir?

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Rodolfo Gheno estrutura o crédito e o consórcio ideais para sua aquisição no Vale do Itajaí e litoral catarinense.

Perguntas frequentes

Depende do seu perfil. O financiamento estruturado é ideal para quem quer acesso imediato ao imóvel e tem renda para arcar com parcelas mensais, especialmente em regiões de alta valorização como Balneário Camboriú. O consórcio é melhor para quem tem capital para lance e não precisa do imóvel de imediato, pois elimina juros reais. Em ambos os casos, a assessoria de crédito, como a oferecida pela G6 Capital, ajuda a escolher a melhor taxa e prazo.

Para financiamento, a entrada mínima é de 20% do valor do imóvel (exemplo: R$ 100.000 para um imóvel de R$ 500.000). No consórcio, o lance mínimo para contemplação antecipada varia de 30% a 50% do valor do crédito. Em Itajaí, com imóveis na faixa de R$ 400.000 a R$ 800.000, uma entrada de R$ 80.000 a R$ 160.000 é suficiente para financiar o restante.

Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno
Especialista em Crédito Estruturado e Consórcio — G6 Capital
Especialista em crédito estruturado e mercado imobiliário, parceiro G6 Capital. Atua no mercado financeiro auxiliando empresas e famílias a utilizarem crédito de forma estratégica para construir patrimônio e acelerar crescimento. Com foco em Santa Catarina, já ajudou centenas de clientes a conquistar imóveis, ampliar negócios e reorganizar finanças com inteligência.