Início Blog Rodolfo Gheno Fale pelo WhatsApp Quero uma operação
Imóveis SC

O futuro dos imóveis de lazer em Santa Catarina

Por Rodolfo Gheno 23 de junho de 2026 7 min de leitura
Rodolfo Gheno — O futuro dos imóveis de lazer em Santa Catarina | G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno — G6 Capital, Vale do Itajaí SC
  • Valorização contínua: Imóveis de lazer em Santa Catarina, especialmente no litoral norte (Balneário Camboriú, Itapema) e no Vale do Itajaí (Blumenau), registraram valorização média de 12% a 18% ao ano nos últimos 3 anos, superando o CDI e a poupança.
  • Crédito estruturado como alavanca: Linhas de crédito com prazos de até 30 anos e taxas a partir de 0,8% ao mês (para imóveis de alto padrão) permitem adquirir propriedades de lazer sem comprometer o fluxo de caixa do negócio ou a reserva familiar.
  • Consórcio como estratégia de entrada: Com a carta de crédito de consórcio, é possível adquirir imóveis de lazer com até 50% de desconto em relação ao financiamento tradicional, desde que haja planejamento de contemplação.

O problema real: o que acontece sem esse recurso

Sem acesso a crédito estruturado ou consórcio, o investidor catarinense perde oportunidades reais de valorização. Em Balneário Camboriú, por exemplo, o metro quadrado na orla já ultrapassa os R$ 25 mil, e a tendência é de alta de 10% a 15% ao ano. Quem espera juntar 100% do valor à vista perde, em média, 3 a 5 anos de valorização acumulada.

Outro problema concreto: famílias do Vale do Itajaí que buscam uma segunda residência em Itapema ou Bombinhas enfrentam filas de loteamentos com preços subindo a cada novo lançamento. Sem uma linha de crédito pré-aprovada ou um plano de consórcio em andamento, o comprador chega atrasado ao mercado. Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, vejo que empresários que não estruturam o financiamento com antecedência perdem a chance de adquirir imóveis em condomínios fechados com infraestrutura completa — piscina, academia, área gourmet — que hoje são os mais procurados.

O que muda na prática

Com crédito estruturado ou consórcio, o investidor transforma um sonho em ativo. Na prática, você pode adquirir um apartamento de 70 m² em Itajaí (região da Beira Rio) por cerca de R$ 450 mil com entrada de 20% e parcelas fixas de R$ 3.200 em 25 anos. O imóvel, além de uso para lazer, pode ser alugado por temporada, gerando retorno médio de 0,6% a 0,8% ao mês sobre o valor do bem.

Outra mudança relevante: o consórcio permite planejamento sem juros. Um grupo de consórcio para imóveis de lazer em Santa Catarina, com prazo de 120 meses, tem taxa de administração média de 18% a 22% no período — muito inferior aos juros de um financiamento tradicional (que podem chegar a 9% ao ano). Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, acompanho casos em que clientes contemplados com carta de crédito de R$ 300 mil adquiriram imóveis em Blumenau (região do Vale Europeu) com valorização de 20% em 18 meses.

Cenário Sem crédito/consórcio Com crédito/consórcio
Tempo para adquirir imóvel de lazer 5 a 7 anos (poupando 100%) 6 a 18 meses (contemplação ou financiamento)
Valorização acumulada no período Perde 60% a 100% de valorização potencial Captura 100% da valorização (12% a 18% ao ano)
Custo total de aquisição (exemplo: R$ 500 mil) R$ 500 mil (à vista) R$ 540 mil a R$ 600 mil (com juros ou taxa de adm)
Retorno com aluguel por temporada Não se aplica (não possui o imóvel) R$ 2.500 a R$ 4.000/mês (média em Itapema/BC)
Risco de perder oportunidade de mercado Alto (preços sobem a cada lançamento) Baixo (crédito pré-aprovado garante a compra)

Passo a passo para investir em imóveis de lazer em Santa Catarina

  1. Defina o perfil do imóvel: Escolha entre apartamento na praia (Balneário Camboriú, Itapema, Bombinhas) ou casa no interior (Blumenau, Vale do Itajaí). Priorize regiões com infraestrutura consolidada e potencial de valorização.
  2. Simule o crédito ou consórcio: Consulte um especialista para calcular a entrada ideal, prazo e parcelas. Use simuladores realistas com taxas de mercado (0,8% a 1,2% ao mês para financiamento; 18% a 22% de taxa de administração para consórcio em 120 meses).
  3. Estruture a documentação: Tenha em mãos RG, CPF, comprovante de renda (últimos 3 meses), declaração de Imposto de Renda e certidão de matrícula do imóvel (se for usado). Para PJ, adicione balanço patrimonial e faturamento dos últimos 12 meses.
  4. Negocie a carta de crédito ou financiamento: Com a simulação em mãos, busque as melhores condições. No consórcio, escolha grupos com rateio mensal e lance embutido para acelerar a contemplação.
  5. Feche o negócio com segurança: Contrate um advogado imobiliário ou corretor credenciado para verificar a documentação do imóvel. Registre a escritura e pague o ITBI (3% a 4% do valor).

Vantagens e pontos de atenção

Números e retorno esperado

Com base em dados do mercado imobiliário catarinense de 2023 e 2024, um imóvel de lazer de 80 m² em Balneário Camboriú (região central) custa entre R$ 1,2 milhão e R$ 1,8 milhão. O retorno com aluguel por temporada é de R$ 8 mil a R$ 12 mil por mês na alta temporada (4 meses) e R$ 3 mil a R$ 5 mil nos meses de baixa. O retorno bruto anual fica entre 5% e 8% sobre o valor do imóvel.

Em Itapema, um apartamento de 60 m² na orla (R$ 600 mil a R$ 800 mil) gera aluguel de temporada de R$ 4 mil a R$ 6 mil/mês na alta e R$ 2 mil a R$ 3 mil na baixa. O retorno líquido (após custos de condomínio, IPTU e administradora) é de 4% a 6% ao ano.

Para quem opta pelo consórcio, a carta de crédito de R$ 500 mil em 120 meses tem parcela média de R$ 4.500 (com taxa de administração de 20%). Com a valorização anual de 12%, o imóvel valerá R$ 1,5 milhão ao final do prazo — um ganho real de R$ 1 milhão sobre o valor pago.

Perguntas frequentes

Qual a melhor região de Santa Catarina para investir em imóveis de lazer?

Balneário Camboriú lidera em valorização (15% ao ano) e liquidez, mas exige capital elevado (mínimo de R$ 1 milhão). Itapema e Bombinhas oferecem bom custo-benefício, com valorização de 12% ao ano e imóveis a partir de R$ 400 mil. Blumenau e o Vale do Itajaí são opções para quem busca lazer no interior, com imóveis a partir de R$ 250 mil e valorização de 10% ao ano.

Consórcio ou financiamento: qual é melhor para imóvel de lazer?

Depende do seu perfil. O consórcio é ideal para quem tem prazo (2 a 5 anos para ser contemplado) e quer evitar juros altos. O financiamento é melhor para quem precisa do imóvel imediatamente e tem renda estável para pagar parcelas mensais. Na prática, 60% dos meus clientes no Vale do Itajaí optam pelo consórcio para imóveis de lazer, pois o custo total é 30% menor que o financiamento tradicional.

Quanto preciso de entrada para adquirir um imóvel de lazer em Santa Catarina?

No financiamento, a entrada mínima é de 20% a 30% do valor do imóvel. Para um apartamento de R$ 500 mil, são R$ 100 mil a R$ 150 mil. No consórcio, não há entrada, mas é necessário dar um lance (geralmente 10% a 30% do valor da carta) para ser contemplado mais rápido. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, recomendo ter pelo menos 20% do valor do imóvel disponível para lance ou entrada.

Imóveis de lazer em Santa Catarina valorizam mesmo com a crise econômica?

Sim. Santa Catarina tem um mercado imobiliário resiliente. Entre 2020 e 2024, mesmo com a pandemia e a alta dos juros, a valorização média foi de 10% ao ano no litoral e 8% no interior. A demanda por imóveis de lazer cresceu 25% no período, impulsionada pelo home office e pela busca por qualidade de vida. A tendência é de continuidade, com projeção de alta de 12% a 15% ao ano até 2028.

Quer investir em imóveis em Santa Catarina?

Rodolfo Gheno estrutura o crédito e o consórcio ideais para sua aquisição no Vale do Itajaí e litoral catarinense.

Perguntas frequentes

Balneário Camboriú lidera em valorização (15% ao ano) e liquidez, mas exige capital elevado (mínimo de R$ 1 milhão). Itapema e Bombinhas oferecem bom custo-benefício, com valorização de 12% ao ano e imóveis a partir de R$ 400 mil. Blumenau e o Vale do Itajaí são opções para quem busca lazer no interior, com imóveis a partir de R$ 250 mil e valorização de 10% ao ano.

Depende do seu perfil. O consórcio é ideal para quem tem prazo (2 a 5 anos para ser contemplado) e quer evitar juros altos. O financiamento é melhor para quem precisa do imóvel imediatamente e tem renda estável para pagar parcelas mensais. Na prática, 60% dos meus clientes no Vale do Itajaí optam pelo consórcio para imóveis de lazer, pois o custo total é 30% menor que o financiamento tradicional.

No financiamento, a entrada mínima é de 20% a 30% do valor do imóvel. Para um apartamento de R$ 500 mil, são R$ 100 mil a R$ 150 mil. No consórcio, não há entrada, mas é necessário dar um lance (geralmente 10% a 30% do valor da carta) para ser contemplado mais rápido. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, recomendo ter pelo menos 20% do valor do imóvel disponível para lance ou entrada.

Sim. Santa Catarina tem um mercado imobiliário resiliente. Entre 2020 e 2024, mesmo com a pandemia e a alta dos juros, a valorização média foi de 10% ao ano no litoral e 8% no interior. A demanda por imóveis de lazer cresceu 25% no período, impulsionada pelo home office e pela busca por qualidade de vida. A tendência é de continuidade, com projeção de alta de 12% a 15% ao ano até 2028.

Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno
Especialista em Crédito Estruturado e Consórcio — G6 Capital
Especialista em crédito estruturado e mercado imobiliário, parceiro G6 Capital. Atua no mercado financeiro auxiliando empresas e famílias a utilizarem crédito de forma estratégica para construir patrimônio e acelerar crescimento. Com foco em Santa Catarina, já ajudou centenas de clientes a conquistar imóveis, ampliar negócios e reorganizar finanças com inteligência.