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Imóveis SC

O papel dos imóveis na preservação de patrimônio

Por Rodolfo Gheno 23 de junho de 2026 6 min de leitura
Rodolfo Gheno — O papel dos imóveis na preservação de patrimônio | G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno — G6 Capital, Vale do Itajaí SC
  • Imóveis em Santa Catarina oferecem proteção contra a inflação e desvalorização cambial, com valorização histórica acima do CDI em cidades como Balneário Camboriú e Itapema, onde o metro quadrado dobrou em menos de 7 anos.
  • Crédito estruturado e consórcio permitem acesso ao mercado imobiliário sem comprometer o fluxo de caixa de empresas ou famílias, com prazos longos e taxas inferiores às de financiamentos tradicionais.
  • Na prática, um imóvel bem localizado no Vale do Itajaí funciona como reserva de valor tangível, gerando renda passiva e lastro para novas operações de crédito.

O problema real: o que acontece sem esse recurso

Sem a inclusão de imóveis na estratégia patrimonial, o investidor brasileiro fica exposto a riscos que corroem o poder de compra ao longo do tempo. Dados do IBGE mostram que, entre 2020 e 2024, o IPCA acumulado foi de aproximadamente 28%, enquanto a poupança rendeu cerca de 18% no mesmo período. Quem manteve todo o patrimônio em renda fixa perdeu, em termos reais, 10% do poder de compra.

No mercado catarinense, o cenário é ainda mais evidente. Em Balneário Camboriú, o metro quadrado médio passou de R$ 8.500 em 2019 para mais de R$ 16.000 em 2024, segundo o índice FipeZap. Quem não alocou recursos em imóveis nesse período perdeu a oportunidade de multiplicar o patrimônio. Empresários que conheço em Itajaí e Blumenau relatam que a ausência de lastro imobiliário dificulta a obtenção de crédito com garantia real, obrigando-os a pagar juros mais altos em operações de capital de giro.

O que muda na prática

A inclusão de imóveis no portfólio transforma a relação com o risco e a liquidez. Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, percebo que clientes com ao menos um imóvel quitado no Vale do Itajaí conseguem taxas de crédito até 40% menores do que aqueles que dependem apenas de renda futura ou garantias pessoais.

Além disso, imóveis em regiões como Itapema e Blumenau apresentam valorização média anual de 12% a 18% nos últimos 5 anos, superando o CDI (que girou em torno de 11% ao ano no mesmo período). Isso significa que, além de preservar o patrimônio, o investidor ganha em termos reais. A praticidade também muda: um imóvel alugado em Balneário Camboriú gera renda mensal que cobre despesas de condomínio e IPTU, enquanto o capital principal se valoriza.

Cenário Patrimônio inicial Estratégia Resultado após 5 anos (estimado)
Sem imóvel R$ 500.000 100% em CDI (11% a.a. bruto) R$ 842.000 (antes de IR)
Com imóvel em BC R$ 500.000 50% imóvel (valorização 15% a.a.) + 50% CDI R$ 1.005.000 (imóvel + renda fixa)
Com imóvel em Itapema R$ 500.000 50% imóvel (valorização 12% a.a.) + 50% CDI R$ 940.000
Sem imóvel (inflação alta) R$ 500.000 100% poupança (6% a.a.) R$ 669.000 (perda real)
Com imóvel + aluguel R$ 500.000 Imóvel (15% a.a. valorização + 5% a.a. aluguel) R$ 1.150.000 (considerando reinvestimento do aluguel)

Passo a passo para usar imóveis na preservação de patrimônio

  1. Diagnóstico patrimonial: Levante todos os ativos atuais, passivos e fluxo de caixa mensal. Empresários de Blumenau, por exemplo, costumam ter capital de giro alto, mas pouco lastro imobiliário.
  2. Definição de região estratégica: Priorize cidades com crescimento consistente, como Balneário Camboriú, Itajaí e Itapema, onde a demanda supera a oferta de imóveis de alto padrão.
  3. Escolha do veículo de aquisição: Consórcio é ideal para quem tem prazo médio de 4 a 6 anos e não precisa de imóvel imediato. Crédito estruturado com garantia imobiliária, via G6 Capital, permite entrada menor e prazos de até 240 meses.
  4. Simulação de cenários: Calcule valorização projetada, custos de condomínio, IPTU e potencial de aluguel. Em Itapema, imóveis de 2 quartos próximos à praia alugam por R$ 3.500 a R$ 5.000 mensais.
  5. Execução e monitoramento: Adquira o imóvel, registre em cartório e reavalie anualmente o valor de mercado. Ajuste a estratégia conforme a liquidez necessária para o negócio ou família.

Vantagens e pontos de atenção

Números e retorno esperado

Com base em dados do mercado catarinense dos últimos 5 anos, um imóvel em Balneário Camboriú adquirido por R$ 800.000 em 2019 valeria aproximadamente R$ 1.500.000 em 2024, uma valorização de 87,5%. Se o mesmo valor tivesse sido aplicado em CDI, o montante bruto seria de cerca de R$ 1.350.000, mas com Imposto de Renda de 15% a 22,5%, o líquido ficaria entre R$ 1.050.000 e R$ 1.150.000. A diferença real a favor do imóvel é de 30% a 40% no período.

Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, acompanho empresários que usam consórcio para adquirir imóveis em Itapema com parcelas de R$ 4.000 a R$ 6.000 mensais, enquanto o valor do bem se valoriza. Em 5 anos, o patrimônio acumulado (considerando a carta contemplada e a valorização) supera em 20% o que seria obtido com aplicações conservadoras. O retorno esperado para imóveis no Vale do Itajaí é de 10% a 15% ao ano, somando valorização e aluguel, contra 8% a 11% da renda fixa líquida de impostos.

Perguntas frequentes

Imóvel em Santa Catarina ainda vale a pena com os preços atuais?

Sim, especialmente em cidades como Balneário Camboriú, Itajaí e Blumenau, onde há déficit habitacional e demanda constante de turistas e novos moradores. Os preços estão elevados, mas a valorização histórica supera a inflação e a renda fixa no longo prazo. O segredo é escolher regiões com infraestrutura consolidada e potencial de crescimento.

Consórcio ou financiamento: qual é melhor para investir em imóveis?

Depende do prazo e da necessidade de uso. O consórcio é mais barato (taxa de administração de 12% a 18% sobre o valor total) e ideal para quem pode esperar de 4 a 6 anos. O financiamento permite uso imediato, mas com juros de 9% a 12% ao ano. Para preservação de patrimônio, o consórcio é mais indicado porque não compromete o fluxo de caixa com juros altos.

Qual o valor mínimo para começar a investir em imóveis no Vale do Itajaí?

Com consórcio, é possível começar com parcelas a partir de R$ 1.500 mensais para imóveis de R$ 200.000 em regiões como Blumenau ou Itajaí. Para Balneário Camboriú, o valor mínimo é mais alto, girando em torno de R$ 400.000 para um apartamento de 45 m². Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, recomendo começar com imóveis de até R$ 300.000 em cidades com bom potencial de valorização.

Como o crédito estruturado pode ajudar na compra de imóveis?

O crédito estruturado, oferecido por parceiros como a G6 Capital, permite usar o próprio imóvel como garantia para obter taxas reduzidas (a partir de 0,8% ao mês) e prazos longos, de até 20 anos. Isso é útil para empresários que precisam de capital de giro sem vender o imóvel, ou para famílias que querem adquirir um segundo imóvel com entrada menor. No Vale do Itajaí, essa modalidade tem crescido 30% ao ano.

Quer investir em imóveis em Santa Catarina?

Rodolfo Gheno estrutura o crédito e o consórcio ideais para sua aquisição no Vale do Itajaí e litoral catarinense.

Perguntas frequentes

Sim, especialmente em cidades como Balneário Camboriú, Itajaí e Blumenau, onde há déficit habitacional e demanda constante de turistas e novos moradores. Os preços estão elevados, mas a valorização histórica supera a inflação e a renda fixa no longo prazo. O segredo é escolher regiões com infraestrutura consolidada e potencial de crescimento.

Depende do prazo e da necessidade de uso. O consórcio é mais barato (taxa de administração de 12% a 18% sobre o valor total) e ideal para quem pode esperar de 4 a 6 anos. O financiamento permite uso imediato, mas com juros de 9% a 12% ao ano. Para preservação de patrimônio, o consórcio é mais indicado porque não compromete o fluxo de caixa com juros altos.

Com consórcio, é possível começar com parcelas a partir de R$ 1.500 mensais para imóveis de R$ 200.000 em regiões como Blumenau ou Itajaí. Para Balneário Camboriú, o valor mínimo é mais alto, girando em torno de R$ 400.000 para um apartamento de 45 m². Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, recomendo começar com imóveis de até R$ 300.000 em cidades com bom potencial de valorização.

O crédito estruturado, oferecido por parceiros como a G6 Capital, permite usar o próprio imóvel como garantia para obter taxas reduzidas (a partir de 0,8% ao mês) e prazos longos, de até 20 anos. Isso é útil para empresários que precisam de capital de giro sem vender o imóvel, ou para famílias que querem adquirir um segundo imóvel com entrada menor. No Vale do Itajaí, essa modalidade tem crescido 30% ao ano.

Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno
Especialista em Crédito Estruturado e Consórcio — G6 Capital
Especialista em crédito estruturado e mercado imobiliário, parceiro G6 Capital. Atua no mercado financeiro auxiliando empresas e famílias a utilizarem crédito de forma estratégica para construir patrimônio e acelerar crescimento. Com foco em Santa Catarina, já ajudou centenas de clientes a conquistar imóveis, ampliar negócios e reorganizar finanças com inteligência.