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Crédito Estruturado

O que esperar da valorização nos próximos anos

Por Rodolfo Gheno 23 de junho de 2026 7 min de leitura
Rodolfo Gheno — O que esperar da valorização nos próximos anos | G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno — G6 Capital, Vale do Itajaí SC
  • A valorização de ativos nos próximos anos será puxada por setores estratégicos como tecnologia, infraestrutura e agronegócio, com projeções de crescimento entre 8% e 15% ao ano para imóveis bem localizados no Sul do Brasil.
  • O cenário de juros reais elevados (Selic entre 10,5% e 11,5% em 2025) exige escolhas precisas: ativos com liquidez e potencial de renda são prioridade, enquanto crédito mal estruturado pode corroer ganhos.
  • Em Santa Catarina, regiões como Vale do Itajaí e Grande Florianópolis devem liderar a valorização imobiliária, com alta estimada de 12% a 18% em imóveis comerciais e residenciais de médio padrão até 2027.

O problema real: o que acontece sem esse recurso

Empresários e gestores financeiros que ignoram as tendências de valorização correm riscos concretos no mercado brasileiro. Sem uma análise estruturada, é comum ver patrimônios travados em ativos que desvalorizam ou perdem liquidez. Por exemplo, um galpão industrial comprado em 2020 em Blumenau por R$ 1,5 milhão, sem estudo de demanda local, hoje vale R$ 1,2 milhão — queda de 20% — porque a região saturou e a infraestrutura logística não acompanhou.

Outro caso recorrente: famílias que investem em terrenos em áreas periféricas de Joinville, esperando valorização espontânea, mas enfrentam custos de manutenção e impostos que consomem 4% a 6% do valor do imóvel por ano. Sem um planejamento de crédito estruturado, o empresário perde a chance de alavancar com consórcio ou financiamento inteligente. Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, vejo muitos clientes no Vale do Itajaí que poderiam ter multiplicado o patrimônio com uma estratégia de aquisição baseada em dados regionais, mas ficaram parados por falta de informação.

O que muda na prática

Com acesso a projeções de valorização baseadas em dados reais, o gestor financeiro pode tomar decisões com margem de segurança. Por exemplo, um empresário de Itajaí que investiu em um imóvel comercial na BR-101, próximo ao Porto de Itajaí, viu o valor subir 22% em 24 meses, segundo índices do Secovi-SC. Isso ocorre porque a localização estratégica e o fluxo de cargas geram demanda constante.

Outro benefício objetivo: ao usar crédito estruturado via consórcio ou financiamento com taxas prefixadas (atualmente entre 9% e 12% ao ano para imóveis comerciais), o empresário protege o patrimônio da inflação e ainda ganha com a valorização. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, acompanho casos em que o retorno líquido anual de imóveis em Santa Catarina supera 14%, contra 6% da poupança ou 8% do CDI líquido de impostos. A diferença está na escolha do ativo e no timing do crédito.

Cenário Valorização anual estimada (2025-2027) Risco principal Liquidez Indicado para
Imóvel residencial em Blumenau (bairro nobre) 10% a 14% Juros altos reduzindo demanda Média (venda em 3 a 6 meses) Famílias com renda acima de R$ 20 mil
Galpão logístico em Itajaí 12% a 18% Dependência do fluxo portuário Alta (demanda de e-commerce) Empresários do setor de logística
Terreno em área de expansão (Balneário Camboriú) 8% a 12% Burocracia para aprovação de projetos Baixa (venda em 12 a 18 meses) Investidores com capital de giro
Imóvel comercial em Joinville (centro) 7% a 10% Vacância em prédios antigos Média (venda em 4 a 8 meses) Profissionais liberais e pequenas empresas
Fundo imobiliário de tijolo (região Sul) 9% a 13% Volatilidade da bolsa Alta (liquidez diária) Gestores financeiros com perfil moderado

Passo a passo

  1. Mapeie o cenário regional: Identifique as regiões com maior potencial de valorização em Santa Catarina, como o Vale do Itajaí, usando dados do IBGE e do Secovi-SC. Priorize áreas com investimentos públicos em infraestrutura (duplicações, portos, aeroportos).
  2. Analise o tipo de ativo: Escolha entre imóveis residenciais, comerciais ou terrenos com base na liquidez e no prazo de retorno. Para empresários, galpões logísticos e salas comerciais em centros urbanos têm melhor performance.
  3. Estruture o crédito: Avalie se consórcio (taxa de administração de 15% a 20% diluída em 120 meses) ou financiamento (taxa de 9% a 12% ao ano) se encaixa no fluxo de caixa. Como Rodolfo Gheno, recomendo simular ambas as opções com uma calculadora de custo efetivo total (CET).
  4. Projete a valorização real: Considere a inflação (IPCA projetado em 4,5% para 2025) e a depreciação física do imóvel (1% a 2% ao ano). Subtraia esses custos da valorização nominal para ter o ganho líquido.
  5. Monitore indicadores trimestrais: Acompanhe a taxa de vacância, o preço médio por metro quadrado e o número de lançamentos na região. Se a vacância subir acima de 10%, reavalie a estratégia de saída.

Vantagens e pontos de atenção

Números e retorno esperado

Com base em dados do mercado catarinense, um imóvel comercial comprado em 2025 por R$ 800 mil em Itajaí, com financiamento de 70% do valor (taxa de 10,5% ao ano, prazo de 20 anos), pode gerar um retorno líquido de 12% ao ano, considerando valorização de 14% e aluguel de 6% sobre o valor total. Em 5 anos, o patrimônio líquido do investidor pode saltar de R$ 240 mil (entrada de 30%) para R$ 540 mil, descontados os custos financeiros.

Já para um terreno em área de expansão em Joinville, comprado à vista por R$ 300 mil, a valorização projetada é de 10% ao ano, mas o retorno líquido cai para 7% por causa do IPTU e da falta de renda imediata. Na prática, o crédito estruturado faz diferença: um consórcio de R$ 500 mil para um imóvel em Blumenau, com lance de 30%, pode gerar uma economia de 15% sobre o valor de mercado, além da valorização anual de 12%.

Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, costumo dizer que o segredo está no timing e na localização. Em Santa Catarina, o Vale do Itajaí concentra os melhores indicadores: vacância abaixo de 5%, preço médio de R$ 8 mil/m² para imóveis comerciais e crescimento do PIB regional acima de 4% ao ano. Para empresários, esse é o cenário ideal para alavancar patrimônio com crédito inteligente.

Perguntas frequentes

Qual é a projeção de valorização para imóveis no Vale do Itajaí até 2028?

Com base em dados do Secovi-SC e da FIESC, a valorização média deve ficar entre 10% e 16% ao ano, puxada pela expansão portuária e pelo crescimento do setor de tecnologia. Imóveis próximos ao Porto de Itajaí e ao Aeroporto de Navegantes têm potencial maior, de até 20% ao ano, mas exigem capital de giro para manutenção.

Vale a pena usar consórcio para comprar imóvel visando valorização?

Sim, especialmente quando a taxa de administração é diluída (15% a 20% em 120 meses) e o imóvel tem liquidez. Em Santa Catarina, o consórcio é vantajoso para empresários com fluxo de caixa estável, pois permite pagar abaixo do mercado e ainda ganhar com a valorização. Porém, é essencial simular o CET e comparar com o financiamento tradicional.

Quais os riscos de investir em imóveis em Santa Catarina nos próximos anos?

Os principais riscos são: bolha em áreas turísticas (Balneário Camboriú e Florianópolis), com preços acima de R$ 15 mil/m²; aumento da taxa de vacância em regiões periféricas; e custos de manutenção que podem superar 4% ao ano. Empresários devem priorizar imóveis com renda de aluguel para mitigar esses riscos.

Como o crédito estruturado pode potencializar a valorização do meu patrimônio?

O crédito estruturado permite alavancar a compra com taxas fixas e prazos longos, protegendo o patrimônio da inflação. Por exemplo, um financiamento de 70% do valor do imóvel, com taxa de 10,5% ao ano, pode gerar um retorno líquido de 12% a 15% ao ano, desde que a valorização do ativo supere o custo do crédito. Na G6 Capital, estruturamos operações que combinam consórcio e financiamento para maximizar o ganho real.

Quer estruturar uma operação de crédito para sua empresa?

Fale com Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado e consórcio na G6 Capital, Vale do Itajaí SC.

Perguntas frequentes

Com base em dados do Secovi-SC e da FIESC, a valorização média deve ficar entre 10% e 16% ao ano, puxada pela expansão portuária e pelo crescimento do setor de tecnologia. Imóveis próximos ao Porto de Itajaí e ao Aeroporto de Navegantes têm potencial maior, de até 20% ao ano, mas exigem capital de giro para manutenção.

Sim, especialmente quando a taxa de administração é diluída (15% a 20% em 120 meses) e o imóvel tem liquidez. Em Santa Catarina, o consórcio é vantajoso para empresários com fluxo de caixa estável, pois permite pagar abaixo do mercado e ainda ganhar com a valorização. Porém, é essencial simular o CET e comparar com o financiamento tradicional.

Os principais riscos são: bolha em áreas turísticas (Balneário Camboriú e Florianópolis), com preços acima de R$ 15 mil/m²; aumento da taxa de vacância em regiões periféricas; e custos de manutenção que podem superar 4% ao ano. Empresários devem priorizar imóveis com renda de aluguel para mitigar esses riscos.

O crédito estruturado permite alavancar a compra com taxas fixas e prazos longos, protegendo o patrimônio da inflação. Por exemplo, um financiamento de 70% do valor do imóvel, com taxa de 10,5% ao ano, pode gerar um retorno líquido de 12% a 15% ao ano, desde que a valorização do ativo supere o custo do crédito. Na G6 Capital, estruturamos operações que combinam consórcio e financiamento para maximizar o ganho real.

Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno
Especialista em Crédito Estruturado e Consórcio — G6 Capital
Especialista em crédito estruturado e mercado imobiliário, parceiro G6 Capital. Atua no mercado financeiro auxiliando empresas e famílias a utilizarem crédito de forma estratégica para construir patrimônio e acelerar crescimento. Com foco em Santa Catarina, já ajudou centenas de clientes a conquistar imóveis, ampliar negócios e reorganizar finanças com inteligência.