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Imóveis SC

Os melhores imóveis para renda recorrente

Por Rodolfo Gheno 23 de junho de 2026 7 min de leitura
Rodolfo Gheno — Os melhores imóveis para renda recorrente | G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno — G6 Capital, Vale do Itajaí SC
  • Os melhores imóveis para renda recorrente em Santa Catarina são apartamentos de 2 ou 3 quartos em regiões com alta densidade de aluguel por temporada em Balneário Camboriú e Itapema, ou imóveis comerciais de pequeno porte em bairros centrais de Blumenau e Itajaí.
  • O retorno médio líquido anual com aluguel de longo prazo gira entre 5% e 7% do valor do imóvel, enquanto a locação por temporada pode chegar a 12% em cidades litorâneas, desde que bem administrada.
  • Crédito estruturado e consórcio imobiliário são as ferramentas mais eficientes para adquirir esses ativos sem comprometer o fluxo de caixa, especialmente quando combinados com análise de valorização regional.

O problema real: o que acontece sem esse recurso

Muitos investidores que conheço no Vale do Itajaí cometem o mesmo erro: compram imóveis por impulso emocional, sem considerar a geração de caixa mensal. Um exemplo concreto: um empresário de Blumenau adquiriu uma cobertura de alto padrão em Balneário Camboriú por R$ 1,8 milhão, financiado em 20 anos. A parcela mensal era de R$ 14 mil, mas o aluguel máximo que conseguia era R$ 6 mil por mês. Em dois anos, ele precisou vender o imóvel com prejuízo de 15% para evitar a execução da dívida.

Outro caso comum: famílias que compram terrenos em áreas de expansão em Itapema ou Itajaí, esperando valorização futura, mas sem renda recorrente no curto prazo. Enquanto o terreno não é vendido, pagam IPTU, custos de manutenção e perdem o custo de oportunidade do dinheiro. No mercado brasileiro, a taxa de vacância de imóveis mal planejados chega a 30% em algumas regiões metropolitanas, segundo dados do Secovi-SP. Sem uma estratégia de renda recorrente, o imóvel vira um passivo disfarçado de ativo.

O que muda na prática

Quando você escolhe um imóvel pensando em renda recorrente, a dinâmica financeira se inverte. Em vez de pagar para manter o imóvel, o imóvel paga por si mesmo e ainda gera excedente. Na minha experiência como especialista em crédito estruturado, os clientes que focam em imóveis com boa liquidez de aluguel conseguem quitar financiamentos em 8 a 10 anos, enquanto o imóvel se valoriza entre 8% e 12% ao ano em cidades como Balneário Camboriú e Itajaí.

Um exemplo prático: um investidor de Blumenau comprou dois apartamentos de 55 metros quadrados em Itajaí, próximos ao Porto, por R$ 320 mil cada. Com R$ 100 mil de entrada via consórcio contemplado e o restante financiado, ele aluga cada unidade por R$ 2.800 mensais. O fluxo de caixa líquido, após custos de condomínio e IPTU, é de R$ 4.200 por mês. Em 5 anos, a valorização dos imóveis foi de 40%, e ele já quitou 60% do financiamento com a própria renda dos aluguéis. Como Rodolfo Gheno, parceiro da G6 Capital, acompanhei de perto esse caso e posso afirmar: a diferença está na escolha do ativo certo e na estrutura de crédito adequada.

Tabela comparativa: perfis de imóveis para renda recorrente

Tipo de imóvel Investimento inicial Retorno líquido anual Vacância média Valorização anual Melhor cidade em SC
Apartamento 2 quartos (50-60m²) em área nobre R$ 350 mil a R$ 500 mil 5% a 7% 5% a 10% 8% a 12% Balneário Camboriú
Kitnet ou studio em centro universitário R$ 180 mil a R$ 250 mil 7% a 9% 3% a 8% 5% a 8% Blumenau
Imóvel comercial de pequeno porte (30-60m²) R$ 250 mil a R$ 400 mil 8% a 11% 10% a 20% 4% a 7% Itajaí
Casa em condomínio fechado (3 quartos) R$ 600 mil a R$ 900 mil 4% a 6% 8% a 15% 7% a 10% Itapema
Flat ou apartamento para temporada R$ 400 mil a R$ 700 mil 10% a 14% 20% a 30% (sazonal) 6% a 9% Balneário Camboriú

Passo a passo para investir em imóveis com renda recorrente

  1. Defina o objetivo de renda: decida se você quer fluxo de caixa mensal (aluguel de longo prazo) ou retorno sazonal maior (temporada). Para renda estável, prefira imóveis de 2 quartos em bairros consolidados de Blumenau ou Itajaí. Para retorno mais alto, opte por flats em Balneário Camboriú.
  2. Analise o bairro com dados reais: levante a taxa de ocupação média, preço do metro quadrado e histórico de valorização nos últimos 3 anos. Use plataformas como Zap Imóveis e dados da Prefeitura de Itajaí ou Balneário Camboriú. Um bairro com 5% de vacância é mais seguro que um com 15%.
  3. Estruture o crédito: avalie se o consórcio imobiliário é mais vantajoso que o financiamento tradicional. Para prazos de 10 a 15 anos, o consórcio tem custo efetivo menor (taxa de administração de 12% a 18% contra juros de 9% a 12% ao ano no financiamento). Na G6 Capital, ajudamos a simular ambas as opções para cada perfil.
  4. Calcule o fluxo de caixa projetado: considere aluguel, condomínio, IPTU, taxa de administração (5% a 8% do aluguel), manutenção (1% do valor do imóvel ao ano) e vacância. O ideal é que o aluguel cubra pelo menos 1,3 vez a parcela do financiamento.
  5. Faça a aquisição com garantias: negocie laudo de avaliação atualizado, verifique a documentação do imóvel no Cartório de Registro de Imóveis e contrate um seguro de aluguel (cobre até 12 meses de inadimplência). Em Santa Catarina, a segurança jurídica é alta, mas a due diligence nunca é demais.
  6. Monitore e reajuste anualmente: acompanhe o mercado de aluguel da região e reajuste os contratos pelo IGP-M ou IPCA. Em Balneário Camboriú, os aluguéis subiram 15% em 2023, bem acima da inflação. Se o imóvel ficar vago por mais de 60 dias, revise o valor ou a estratégia de locação.

Vantagens e pontos de atenção

Números e retorno esperado

Com base no mercado catarinense de 2024, um apartamento de 2 quartos em Balneário Camboriú, comprado por R$ 450 mil, gera aluguel mensal de R$ 2.800 a R$ 3.200 (6,4% a 7,1% ao ano). Descontando condomínio (R$ 500), IPTU (R$ 80) e administração (R$ 200), o retorno líquido fica em torno de 5,5% ao ano. Já um imóvel comercial em Itajaí, de R$ 300 mil, aluga por R$ 2.500 a R$ 3.000 (10% a 12% ao ano bruto), mas com vacância média de 15% e custos de manutenção mais altos.

Para quem usa crédito estruturado, o retorno sobre o capital próprio pode ser muito maior. Suponha uma entrada de R$ 100 mil via consórcio e financiamento de R$ 350 mil para um imóvel de R$ 450 mil. Com aluguel líquido de R$ 2.000 mensais e parcela de R$ 2.800, o investidor precisa complementar R$ 800 por mês. Mas, considerando valorização de 10% ao ano (R$ 45 mil), o retorno total sobre o capital investido é de 45% ao ano (R$ 45 mil de valorização + R$ 24 mil de aluguel líquido, menos R$ 9.600 de complemento). Como Rodolfo Gheno, costumo dizer que o segredo está em comprar bem e financiar certo.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre financiamento e consórcio para imóveis de renda?

O financiamento tem juros mensais (9% a 12% ao ano) e você paga desde o início, mas o imóvel é liberado na assinatura do contrato. O consórcio tem taxa de administração (12% a 18% no total) e você só recebe o imóvel após ser sorteado ou contemplado com lance, mas não paga juros. Para quem tem prazo de 10 a 15 anos e pode esperar, o consórcio é mais barato no custo total. Para quem precisa do imóvel imediatamente para gerar renda, o financiamento é mais adequado, desde que o aluguel cubra boa parte da parcela.

Qual cidade de Santa Catarina oferece o melhor custo-benefício para renda recorrente?

Itajaí e Blumenau oferecem o melhor equilíbrio entre preço de compra e retorno de aluguel. Em Itajaí, apartamentos de 2 quartos na região central ou próxima ao Porto custam entre R$ 300 mil e R$ 400 mil, com aluguel de R$ 2.200 a R$ 2.800 (retorno de 6,6% a 8,4% ao ano). Blumenau tem retorno semelhante, com vantagem de menor vacância (5% a 8%) devido à forte economia industrial e universitária.

É melhor comprar um imóvel para alugar por temporada ou por longo prazo?

Depende do seu perfil de risco e disponibilidade de gestão. A temporada em Balneário Camboriú ou Itapema pode gerar retorno de 10% a 14% ao ano,

Quer investir em imóveis em Santa Catarina?

Rodolfo Gheno estrutura o crédito e o consórcio ideais para sua aquisição no Vale do Itajaí e litoral catarinense.

Perguntas frequentes

O financiamento tem juros mensais (9% a 12% ao ano) e você paga desde o início, mas o imóvel é liberado na assinatura do contrato. O consórcio tem taxa de administração (12% a 18% no total) e você só recebe o imóvel após ser sorteado ou contemplado com lance, mas não paga juros. Para quem tem prazo de 10 a 15 anos e pode esperar, o consórcio é mais barato no custo total. Para quem precisa do imóvel imediatamente para gerar renda, o financiamento é mais adequado, desde que o aluguel cubra boa parte da parcela.

Itajaí e Blumenau oferecem o melhor equilíbrio entre preço de compra e retorno de aluguel. Em Itajaí, apartamentos de 2 quartos na região central ou próxima ao Porto custam entre R$ 300 mil e R$ 400 mil, com aluguel de R$ 2.200 a R$ 2.800 (retorno de 6,6% a 8,4% ao ano). Blumenau tem retorno semelhante, com vantagem de menor vacância (5% a 8%) devido à forte economia industrial e universitária.

Rodolfo Gheno, especialista em crédito estruturado, G6 Capital, Vale do Itajaí SC
Rodolfo Gheno
Especialista em Crédito Estruturado e Consórcio — G6 Capital
Especialista em crédito estruturado e mercado imobiliário, parceiro G6 Capital. Atua no mercado financeiro auxiliando empresas e famílias a utilizarem crédito de forma estratégica para construir patrimônio e acelerar crescimento. Com foco em Santa Catarina, já ajudou centenas de clientes a conquistar imóveis, ampliar negócios e reorganizar finanças com inteligência.